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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Porque as mulheres(99%) não gostam de futebol

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domingo, 30 de maio de 2010


Cantores de rua

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sábado, 29 de maio de 2010







O Analfabeto Político
Bertholt Brecht

O pior analfabeto
É o analfabeto político,
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos acontecimentos políticos.

Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe, da farinha,
do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.

O analfabeto político
é tão burro que se orgulha
e estufa o peito dizendo
que odeia a política.

Não sabe o imbecil que,
da sua ignorância política
nasce a prostituta, o menor abandonado,
e o pior de todos os bandidos,
que é o político vigarista,
pilantra, corrupto e o lacaio
das empresas nacionais e multinacionais.

Respeite os mais velhos

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Ver Pelé em campo é ser feliz


Augusto Nunes

Pelé ainda é acusado de demagogo por ter pedido atenção para as crianças na noite do milêsimo gol. Gigolô de adultos infantilizados pela esmola institucional, Lula faz mil comícios por mês explorando a inconsciência das multidões estacionadas na primeira infância. O gênio irretocável é cobrado por miudezas. O gênio de araque reincide acintosamente em crimes graves e é tratado como inimputável. O rei era ridicularizado quando cometia erros em inglês. O ignorante promovido a presidente assassina o português sob os aplausos dos áulicos.

Para ler a íntegra:
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/

Nelson Piquet e filho na TV

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O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA


Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu
discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um
velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu
primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes políticas. O
velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal:

" Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante
neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável. Devia
ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um
pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter
conquistado, no mínimo, uns trinta inimigos. O talento assusta."

 E ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho
sábio pode dar ao pupilo que se inicia numa carreira difícil. A
maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é
medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência. Isso na
Inglaterra. Imaginem aqui no Brasil. Não é demais lembrar a
famosa trova de Ruy Barbosa:

Há tantos burros mandando
Em homens de inteligência
Que às vezes fico pensando
Que a burrice é uma Ciência.

Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais
obstinados na conquista de posições. Sabem ocupar os espaços
vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o
apetite do poder. Mas é preciso considerar que esses medíocres
ladinos, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de
salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras
muralhas de granito por onde talentosos não conseguem passar.
Em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas,
as panelinhas do arrivismo, inexpugnáveis às legiões dos lúcidos.

Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão
do Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdan, somos forçados a
admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser vencer
na vida. É pecado fazer sombra a alguém até numa conversa
social. Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas
boicota automaticamente a entrada de uma jovem mulher bonita no
seu círculo de convivência, por medo de perder seus maridos,
também os encastelados medíocres se fecham como ostras à
simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar.
Eles conhecem bem suas limitações, sabem como lhes custa
desempenhar tarefas que os mais dotados realizam com uma perna
nas costas, enfim, na medida em que admiram a facilidade com
que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres os
repudiam para se defender. É um paradoxo angustiante.
Infelizmente temos de viver segundo essas regras absurdas que
transformam a inteligência numa espécie de desvantagem perante
a vida. Como é sábio o velho conselho de 
Nelson Rodrigues:
finge-te de idiota e terás o céu e a terra.


O problema é que os inteligentes gostam de brilhar.
Que Deus os proteja.



O artigo tem mais de 30 anos.
Foi escrito no extinto Jornal da Bahia, em 1979, mas parece que foi
redigido hoje.
O autor é José Alberto Gueiros.
 JORNAL DA BAHIA - Sábado , 23 /09 /79

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Seleção Brasileira

ESSE É GALO!!! Ginete dos PAMPAS

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Enfim, livres: após 148 dias, o primeiro fim de semana sem impostos

Revista VEJA

Parabéns! A partir de hoje, você finalmente será recompensado pelos seus esforços profissionais em 2010. Isso porque só nesta sexta-feira, dia 28 de maio, o brasileiro começa a ficar livre da carga tributária insuportável que abocanha boa parte de seus vencimentos. De acordo com estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), desde 1º de janeiro até esta sexta, o brasileiro trabalhou apenas para cumprir suas obrigações tributárias com os fiscos federal, estaduais e municipais. São 148 dias trabalhando só para o leão, sem ficar com um tostão sequer. E esse período vem aumentando. Em 1991, o brasileiro trabalhava 90 dias por ano para sustentar o governo. Em 2001, eram 130. Em países vizinhos, o tempo é menor: 97 dias na Argentina e 92 no Chile. Nos Estados Unidos, as pessoas trabalham 102 dias por ano para pagar impostos. De cada 1.000 reais recebidos de salário por um brasileiro, 400 são consumidos por impostos. Nesta sexta, porém, a hora é de comemorar. Você finalmente vai passar a embolsar seu dinheiro...
Até agora, você trabalhou cinco meses em 2010 só para sustentar o governo. O que você faria com esses cinco salários se não tivesse que gastar com o leão?

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Bertolt Brecht, (10.02.1898 - 04.08.1956). Teatrólogo e poeta alemão.

Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro

Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei

Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.
Charge do voto de cabresto mostrando o político levando o eleitor para votar, do cartunista Storni, publicada na revista Careta n° 974, de 1927. Créditos: Storni / Revista Careta / Biblioteca Nacional.


É INACREDITÁVEL – B I Z A R R O, ABSURDO – MAS É O “NOSSO BRASIL” !Aconteceu no Ceará!

Curso para 500 mulheres

Como o setor têxtil é de vital importância para a economia do Ceará, a
demanda por mão de obra na indústria têxtil é imensa e precisa ser
constantemente formada e preparada.
Diante disso, o Sinditêxtil fechou um acordo com o Governo para
coordenar um curso de formação de costureiras.
O governo exigiu que o curso deveria atender a um grupo de 500
mulheres que recebem o Bolsa Família. De novo: só para aquelas que
recebem o Bolsa Família.
O importante acordo foi fechado dentro das seguintes atribuições: o
Governo entrou com o recurso; o SENAI com a formação das costureiras,
através de um curso de 120 horas/aula; e o Sinditêxtil, com o
compromisso de enviar o cadastro das formadas às inúmeras indústrias
do setor, que dariam emprego às novas costureiras.
Pela carência de mão obra, a idéia não poderia ser melhor.
Pois bem. O curso foi concluído recentemente e, com isso, os cadastros
das costureiras formadas foram enviados para as empresas, que se
prontificaram em fazer as contratações.
E foi nessa hora que a porca torceu o rabo, gente. Anotem aí: o número
de contratações foi ZERO. Entenderam bem? ZERO!
Enquanto ouvia o relato, até imaginei que o número poderia ser baixo,
mas o fato é que não houve uma contratação sequer. ZERO.
Sem nenhum exagero. O motivo?
Simples, embora triste e muito lamentável, como afirma com dó, o
diretor do Sinditêxtil: todas as costureiras, por estarem incluídas no
Bolsa Família, se negaram a trabalhar com carteira assinada. Para
todas as 500 costureiras que fizeram o curso, o Bolsa Família é um
benefício que não pode ser perdido.
É para sempre. Nenhuma admite perder o subsídio

SEM NEGÓCIO.
Repito: de forma uníssona, a condição imposta pelas 500 formadas é de
que não se negocia a perda do Bolsa Família. Para trabalhar como
costureira, só recebendo por fora, na informalidade. Como as empresas
se negaram, nenhuma costureira foi aproveitada.
Casos idênticos do mesmo horror estão se multiplicando em vários setores.

QUEM ESTÁ CRIANDO ELEITORES DE CABRESTO, COMPRADOS ATÉ EM SUA

DIGNIDADE, RECUSANDO-SE A TRABALHAR PELO SEU SUSTENTO?

E QUEM PAGA O PATO, TODO MÊS 27,5 % ?

Os doze mandamentos do médico do SUS


Certa feita "lulla", hoje, "conselheiro de Deus", falou que o sistema de saúde no Brasil estava chegando a perfeição, não chegou e está longe para chegar, por suas mãos com certeza não chegará.
O sitema é tão bom que recentemente quando ele passou mal  em Recife foi levado para o melhor hospital particular, Beneficência Portuguesa. Porque não levaram para uma unidade do SUS para dar o exemplo?
Nesse dia "lulla" estava inaugurando a UPA e lascou - "A unidade ficou tão boa que da vontade de ficar doente só para ser atendido aqui" FICOU!!! - Imediatamente tiraram ele dali.
Tem um ditado que diz: "Deus não mata mas castiga".

O negócio é tão bom que criaram doze mandamentos para os médicos do SUS.


Os 12 mandamentos do médico do S.U.S.


1. Se você não sabe o que o paciente tem, dê Voltaren;

2. Se você não entende o que viu, dê Benzetacil;

3. Apertou a barriga e fez "ahhnnn", dê Buscopan;

4. Caiu e passou mal, dê Gardenal;

5. Tá com uma dor bem grandona, dê Dipirona;

6. Se você não sabe o que é bom, dê Decadron;

7. Vomitou tudo que ingeriu, dê Plasil;

8. A pressão subiu? Dê Captopril;

9. Se a pressão deu mais uma grande subida, dê Furosemida;

10. Chegou morrendo de choro, ponha no soro;

11. Arritmia doidona, dê Amiodarona;

12. Pelo não, pelo sim, dê Rocefin..

P.S.: Se nada der certo, não tenha neurose: diga que é só uma virose!
LEÃO INVISÍVEL & GOVERNO ESPERTO


Joelmir Beting
O maior defeito de fabricação do sistema tributário brasileiro, considerado o pior do mundo, está na concentração do peso maior da carga dos impostos nos preços finais de consumo de bens e serviços em geral.

Carga oculta ou envergonhada, porque socialmente perversa. No consumo, os tributos tratam igualmente os desiguais - tirando do rico tanto quanto tiram do pobre - O que significa que o pobre, em relação à renda familiar, paga muito mais que o rico.

Tudo a ver com a tremenda desigualdade social no país. Até porque, lá fora, o consumo tem carga média de 7%. Aqui no Brasil, 35%, ou quatro vezes mais. Incluídos os alimentos e remédios do Bolsa Família.

Projetos para a Copa de 2014 acabam de receber isenção de impostos do presidente Lula. Aliviar agora a pesada barra dos impostos federais nas obras para a copa de 2014 é abrir mão de R$ 1 para faturar R$ 10, lá nas receitas fiscais maiores dos produtos e serviços que serão consumidos, aos borbotões, durante a própria Copa.

quarta-feira, 26 de maio de 2010


Excelente chargista, jornal HOJE EM DIA, blog do Lute


Novos mistérios

Serra promete criar o Ministério da Segurança Pública, caso vença as eleições, por entender que um dos problemas da segurança no país é a falta de coordenação das ações da União e dos estados. Isso se agrava quando o assunto é repressão ao tráfico. Dilma Rousseff vai à Confederação Nacional da Indústria (CNI) e diz que, eleita, vai montar o ministério da média, pequena e micro empresa. Garante até que Lula iria fazer isso no ano passado, quando estourou a crise econômica mundial. Quer dizer, deixou de criar o órgão para assistir as empresas exatamente quando elas precisavam de assistência. Se para cada problema brasileiro for criado um ministério... 

Paulo César de Oliveira(Jornal HOJE EM DIA)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Brasil real

Rodovias federais precisam de mais de R$ 180 bi, diz Ipea
Claudia Andrade

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta segunda-feira um estudo sobre a situação das rodovias federais no País e apontou uma necessidade de investimentos de mais de R$ 180 bilhões em obras de infraestrutura. De acordo com o estudo, os gastos foram divididos em três grupos: recuperação, adequação e duplicação; construção e pavimentação; e obras de arte (pontes e viadutos).
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O primeiro grupo é o que representa os maiores gastos para o governo (R$ 144 bilhões). Já a construção e a pavimentação de rodovias demandam o investimento de R$ 38 bilhões, enquanto os R$ 83 milhões restantes devem ser aplicados na construção de pontes e viadutos.
De acordo com o Ipea, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) cobrem aproximadamente 13% das demandas apontadas pelo estudo, sendo que 7% delas no que se refere à recuperação, adequação e duplicação de rodovias.
O Nordeste é a região do País que possui a maior malha rodoviária e a maior demanda por investimentos, mas é apenas a terceira na ordem de recursos do PAC. Essa região ela absorve 18,7% dos recursos do programa, contra 34% destinados à região Sudeste, que tem ocupa a segunda colocação no ranking por tamanho da malha rodoviária e demanda por recursos.
Concessões
O Brasil possui cerca de 170 mil km de rodovias pavimentadas e, em menos de 15 anos, quase 15 mil km foram concedidos à iniciativa privada. Desse total, 4,7 mil km são de estradas federais e 10 mil, de rodovias estaduais.
O percentual de aproximadamente 9% de rodovias nas mãos da iniciativa privada fica bem acima da média mundial, que é de 2%, segundo o Ipea. Uma das principais diferenças no modelo de concessão é que, no exterior, a maioria visa a construção de autopistas, enquanto no Brasil ocorre a transferência de rodovias já construídas com o objetivo de recuperação e manutenção.
"Estudos mostram que só 15% da malha rodoviária do País interessariam ao setor privado. Como cerca de 9% já foram transferidos, não estamos longe de atingir esse teto", afirmou Carlos Campos Neto, do Ipea. Segundo ele, contudo, é possível ir além dos 15% por meio de parcerias público-privadas em rodovias de menor demanda, que não despertariam o interesse do setor privado sozinho.

sábado, 22 de maio de 2010


DILMA DIZ EM NOVA YORK POR QUE ACHA OS BRASILEIROS UM BANDO DE BOCÓS

 Por Reinaldo Azevedo

Em Nova York, falando a investidores, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou que as virtudes da economia brasileira se devem às conquistas do Brasil NOS ÚLTIMOS 20 ANOS.Há exatos oito dias, no horário político do PT, ficamos sabendo, ao contrário, que o Brasil era um desastre antes da chegada de Lula à Presidência.
Uma coisa é o que o PT fala para os trouxas aqui dentro; outra é o que diz a investidores lá fora, que não têm tempo a perder com bravatas ou disposição para conversa mole. Não é a primeira vez  que eles agem desse modo, não.
Em fevereiro do ano passado, o governo brasileiro, por intermédio de estatais, publicou um anúncio, na forma de reportagem, de 10 páginas na revista americana Foreign Affairs. A Petrobras, o BNDES e a Embratur pagaram a conta. O texto cobria a gestão Lula de elogios, destacava a atuação de Henrique Meirelles e, naturalmente, cantava as glórias de Dilma Rousseff. MAS ELOGIAVA, SIM, O GOVERNO FHC. Leiam um trecho:
“Os bancos brasileiros são sólidos e lucrativos graças à estabilidade criada pelo antecessor de Lula, Fernando Henrique Cardoso. De maio de 1993 a abril de 1994, FHC, como ele é conhecido, foi ministro da Fazenda do Brasil e introduziu o Plano Real para acabar com a hiperinflação. Embalado pelo sucesso de seu plano, ele foi eleito presidente em 1994 e reeleito quatro anos mais tarde. Cardoso foi sucedido em 2003 por Lula, que também foi reeleito; o mandato atual de Lula vai terminar em 2011″.
Por que isso? Porque as pessoas que entendem do riscado sabem quem fez o quê. Dilma, agora, volta a reconhecer que Lula não inventou a roda. Isso quer dizer o seguinte: o discurso estúpido do “nunca antes na história destepaiz” é só pra enganar os bocós.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Os três porquinhos

EXÍLIO NA RUA PRINCIPAL


Em 1971 os Rolling Stones estavam vivendo no sul da França fugindo das garras do fisco inglês. Com o fim dos Beatles no ano anterior, as majestades satânicas brandiam orgulhosas o título de maior banda de rock’n roll em atividade no planeta. Apesar disso, estavam a um passo da falência. Seguindo a sugestão de ardilosos advogados britânicos, mudaram-se para a França, onde os impostos eram menos devastadores. Poderiam ter ido para outro país – Estados Unidos, por exemplo. Mas a França, bem, a França era logo ali, bastava atravessar o canal da mancha. E a proximidade com o porto de Marselha não deixaria que substâncias nutritivas faltassem ao cardápio dos rapazes.
Para ler a íntegra:
http://veja.abril.com.br/blog/cenas-urbanas/

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Nem só de política vive o homem...,


Então, já que o assunto do momento é futebol...,

"Dunga será técnico de € 6 milhões", diz empresário
Antonio Caliendo admite ao iG que clubes italianos já o procuraram, mas afirma que não fará nenhum negócio antes do fim do Mundial

Leiam a matéria:
http://copa2010.ig.com.br/selecoes/brasil/dunga+sera+tecnico+de+6+milhoes+diz+empresario/n1237624303058.html

segunda-feira, 17 de maio de 2010


OS BONS COMPANHEIROS - AHMADINEJAD CLONA DISCURSO DE LULA

Reinaldo Azevedo


Como é? Ahmadinejad quer uma nova ordem mundial e acredita que o Conselho de Segurança da ONU já não reflete mais a realidade do pós-guerra? Esperem! Eu já li/ouvi esse discurso. Já sei: é de Luiz Inácio Lula da Silva. Sem tirar nem pôr. Vertidas numa e noutra línguas, até as palavras seriam as mesmas, não fossem os mesmos os dons do pensamento.
As coisas começam a ficar mais claras — ou melhor: começam a se revelar o que sempre foram: o Brasil se uniu ao Irã para defender uma “nova ordem mundial”. Nessa perspectiva, é difícil saber quem está usando quem para o quê. Ou melhor: é fácil. Trata-se de uma relação que a biologia define como mutualismo: é boa para os dois, como aqueles passarinhos que comem os vermes incrustados no couro de bois e búfalos. A coisa é boa para os dois lados. Os bichos se livram dos parasitas, e as aves enchem a pança.
Lula está tentando lavar a reputação de Ahmadinejad, dando-lhe, na prática, tempo para decidir que rumo dar a seu programa nuclear. E o Irã decide fazer parte da arena global no vácuo do discurso lulista, tentando caracterizar não uma rebeldia — ou um comportamento delinqüente —, mas um novo olhar.
A Lula, interessa que Ahmadinejad proclame aos quatro cantos que o brasileiro, sim, é que sabe negociar. Ao iraniano, interessa o endosso do brasileiro a seu programa nuclear “pacífico”. Até porque, dado o acordo, o Irã continua livre para fazer o que bem entende.

O Chamberlain de Macaé


“Um novo presidente será eleito daqui a cinco meses. Só ele poderá decidir sobre assuntos estratégicos. Em vez de atuar como um quinta-colunista da bomba nuclear iraniana, Lula deveria pensar apenas em esvaziar as gavetas de seu gabinete”
Lula foi ao baile funk de Mahmoud Ahmadinejad assim como Vagner Love foi à Rocinha. Vagner Love confraternizou com os assassinos do Comando Vermelho? Lula está confraternizando com os assassinos da Guarda Revolucionária iraniana. Vagner Love faz trabalho humanitário no morro? Lula, segundo Dilma Rousseff, faz trabalho humanitário no Golfo Pérsico. Vagner Love foi festejar os dois gols que marcou contra o Macaé? Lula está festejando os dois gols que marcou contra o Brasil.
O Brasil é uma espécie de Macaé do mundo. Isso é uma sorte. Se o Brasil fosse a Inglaterra, Lula já estaria consagrado como o nosso Chamberlain. Sempre que alguém quer guerrear, surge algum pateta tentando ser intermediário da paz. Em 1938, o primeiro-ministro da Inglaterra, Chamberlain, viajou para a Alemanha para negociar olho no olho com Hitler. Depois de alguns encontros, eles assinaram um tratado de paz, pelo qual Hitler se comprometia a ocupar apenas uma parte do território da Checoslováquia. Chamberlain voltou à Inglaterra comemorando a paz. Seis meses mais tarde, Hitler atropelou Chamberlain e ocupou o resto da Checoslováquia. Em seguida, ocupou a Europa inteira.
Se Lula é o Chamberlain de Macaé, Mahmoud Ahmadinejad só pode ser o Hitler de Macaé. Como Hitler, ele mata seus opositores. Como Hitler, ele persegue as minorias. Como Hitler, ele tem um plano para eliminar todos os judeus. Só lhe falta o poder de fogo, porque um Macaé, felizmente, é sempre um Macaé. O papel de Lula é esse: dar-lhe algum tempo para que ele possa obter uma arma nuclear. Na semana passada, um articulista do Washington Post chamou Lula de “idiota útil” de Mahmoud Ahmadinejad. O articulista está certo. Mas há outros “idiotas úteis”, além de Lula. O G15, reunido neste domingo no baile funk iraniano, conta também com a Venezuela, de Hugo Chávez, com o Zimbábue, de Robert Mugabe, e com a Indonésia, de Susilo Bambang Yudhoyono, eleito pela Time, em 2009, uma das 100 personalidades mais influentes do mundo. Time é uma espécie de VEJA de Macaé.
O apoio ao programa nuclear iraniano é o maior erro que o Brasil já cometeu na área internacional. Só a vaidade de Lula ganha com isso. Ao desafiar os Estados Unidos e a Europa, tornando-se cúmplice de Mahmoud Ahmadinejad, ele pode sentir-se um tantinho maior do que realmente é. Trata-se da síndrome de Macaé. Mas alguém tem de dizer a Lula que seu tempo já se esgotou. Ele representa o passado. A esta altura, sua autoridade é meramente protocolar. Um novo presidente será eleito daqui a cinco meses. Só ele poderá decidir sobre assuntos estratégicos. Em vez de atuar como um quinta-colunista da bomba nuclear iraniana, Lula deveria pensar apenas em esvaziar as gavetas de seu gabinete. Acabou, Lula. Chega. Fim. Xô.
Por Diogo Mainardi

domingo, 16 de maio de 2010


As pessoas que mencionei, meu jovem (e existem inúmeras assim!) superam Che Guevara em tudo e por tudo. Exercitaram virtudes supremas sem qualquer ódio.
Este artigo reproduz carta que enviei a um jovem. Por e-mail, ele manifestara dissabor com o artigo "O vampiro argentino". Bem educado, em texto correto e movido por evidente boa intenção, ele expressou sua contrariedade ante a referência que fiz ao fato de "jovens que não sabem apontar com o nariz para que lado fica a Bolívia e que não conseguiriam escrever meia página sobre os episódios de Cuba andarem pelas ruas ostentando camisetas com a estampa do Che". O meu leitor sabia as duas coisas e se magoou. Nas correspondências que trocamos, pedi a ele que em vez de apontar para Bolívia, me indicasse suas razões para reverenciar a memória do argentino. Respondeu-me ele que seu herói "renunciou às comodidades de que desfrutava como médico, buscou viver e alcançar seus ideais, lutou e deu a própria vida pelas suas convicções". E acrescentou que se havia algo que ele prezava e respeitava era "a coragem e a iniciativa de uma pessoa".
Imagino que esse leitor não seja o único que firma sua admiração a Che Guevara nas mesmas bases. Eis, a seguir, o que lhe respondi. Transcrevo na esperança de que sirva para outros em idêntica situação.
Caro jovem: as razões que apontas estão muito mais no plano da reverência a certos sentimentos do que em fatos que os expressem de modo louvável. Valorizaste a coragem, os ideais, a renúncia aos confortos e bens materiais e à disposição de dar a vida por algo em que se crê. O problema do Che não estava obviamente aí, mas no uso que fez desses atributos de seu caráter. Tua referência à renúncia aos bens materiais, aliás, me fez lembrar o filme Diários de Motocicleta. Certamente o assististe. Nele, o diretor Walter Salles Jr. comete amazônica injustiça contra as religiosas que atendiam os índios no leprosário de San Pablo, no meio da selva, dezenas de quilômetros a jusante de Iquitos. Che é apresentado nas manipulações do filme como um anjo de bondade e as irmãs como megeras. No entanto, aquelas mulheres passaram suas vidas inteiras enfiadas em barracos de madeira, no meio do mato, cuidando de leprosos. Não uma semana. Vida inteira! E não por ódio a alguém, mas por puro amor ao próximo. Quem sabe passas a usar uma camiseta com a estampa das irmãs de San Pablo?
E já que falei em cuidar de doentes, lembro outro caso. Em 1913, um talentoso jovem alemão, com doutorado em filosofia, teologia, medicina e música, exímio organista, considerado o maior intérprete de Bach em seu tempo, muito bem sucedido profissionalmente, decidiu instalar por conta própria um hospital às margens do rio Ogowe, no Gabão. Ergueu-o com as próprias mãos. Como forma de mantê-lo, voltava periodicamente à Europa a dar recitais. Fez isso não por uns dias, mas por toda a vida desde os trinta anos. Em 1953, sua contínua dedicação à tarefa que abraçou lhe valeu o Prêmio Nobel da Paz. É dele esta frase que bem serviria para a reflexão do vampiro argentino que se dizia sedento de sangue, médico como ele: "Tudo que é vivo deseja viver. Nenhum sofrimento pode ser imposto sobre as coisas vivas para satisfazer o desejo dos homens". Quem sabe usas uma camiseta com a estampa do pastor Dr. Albert Schweitzer?
A fuga de um prisioneiro do campo de Auschwitz, em 1941, levou o comandante a sentenciar outros dez à morte por inanição. Entre os escolhidos para cumprir a condenação havia um pai de família que muito se lastimava pela orfandade que adviria aos filhos pequenos. Pois um senhor polonês, de nome Maximiliano Kolbe, que estava preso por haver dado fuga a mais de dois mil judeus, se apresentou para substituí-lo e cumpriu a sentença que recaíra sobre seu companheiro de prisão. Com tão justificado apreço pelos valores que apontas, por que não usas uma camiseta com a estampa do padre Kolbe?
As pessoas que mencionei, meu jovem (e existem inúmeras assim!) superam Che Guevara em tudo e por tudo. Exercitaram virtudes supremas sem qualquer ódio. Deram quanto tinham, inclusive suas vidas inteiras a seus ideais. Che fez isso? Fez. Mas, se colocou a própria vida em risco, como de fato podia fazer em nome de seus ideais, achou-se no direito de, pelo mesmo motivo, tomar a vida dos outros. E tal direito ele não tinha. Isso é muito diferente e satanicamente pior! O resultado dos exemplos que citei foram vidas salvas. O resultado da obra de Che foram vidas tomadas, sangue derramado, e liberdades extintas.

Cordial abraço,
Puggina.
Agora, escrevo a quem me lê aqui: mesmo diante do que acabo de expor, muitos persistirão achando Che Guevara o máximo. Mas estão forçados a admitir que é na revolução, na luta de classes, na tomada do poder pelas armas e no comunismo que repousam seus apreços. E nesse caso me permitam afirmar que camisetas do Che são tão ofensivas e ameaçadoras, quando portadas num país livre e democrático, quanto a suástica, a foice com martelo, ou a cruz flamejante da KKK.

A comparação que estuprou a verdade é um insulto a Mandela

Augusto Nunes
A comparação é mais que uma impostura atrevida, é mais que outro estelionato eleitoreiro. É um insulto ao homem que redesenhou o destino da África do Sul. Nelson Mandela lutou pelo fim do apartheid, pela restauração da liberdade e pelo nascimento do regime democrático. Dilma Rousseff serviu a grupos radicais que queriam trocar a ditadura militar pela ditadura comunista. Ele aceitou o confronto depois de propor todas as soluções pacíficas possíveis. Ela aderiu à luta armada em 1967, um ano antes da decretação do AI-5.
Mandela protagonizou combates reais. Dilma não passou de figurante em assaltos a bancos e cofres particulares. Ele ficou preso 27 anos por liderar a imensa maioria negra. Ela ficou três anos na cadeia por obedecer a extremistas ignorados pelo povo. Mandela venceu. Dilma perdeu. A ditadura militar foi derrotada pela resistência democrática de que jamais participou.
Mandela chegou ao poder pela vontade popular. Dilma, que nunca disputou nem eleição de síndico, é fruto da vontade de Lula. Ele  negociou com os carcereiros brancos a extinção do apartheid. Ela despreza os democratas que negociaram a anistia de que foi beneficiária e declara guerra a todos os oposicionistas. Mandela é um grande orador, um líder vocacional e um político sedutor. Dilma não diz coisa com coisa, faz tudo o que manda o mestre e tem a simpatia de um poste.
Nelson Mandela é um estadista. Dilma Rousseff é uma farsa.


NA LÍNGUA DE DOSTOIEVSKI
Reinaldo Azevedo

Vou começar pela aritmética. Segundo Lula, numa escala de 0 a 10, a chance de ele conseguir um acordo do Irã com o sexteto liderado pelos Estados Unidos é de 9,99%. A matemática do presidente é tão boa quanto o catolicismo de Dilma: 9,99% de 10 é 0,99 — assim, numa escala de 0 a 10, seria inferir a um… Generoso, o presidente russo acha que as chances de Lula são de 30%…

O erro de matemática de Lula é o de menos. A viagem deixa claro o que pode a arrogância quando se soma à ignorância. O presidente é notavelmente inteligente, já escrevi aqui tantas vezes. Mas é preguiçoso. Detesta estudar. Aprende tudo de ouvido, como os índios primitivos. Se vai além do que aprendeu com os morubixabas do Itamaraty, mete os pés pelas mãos e exagera na besteira.

Criticar, para Medvedev, a invasão do Afeganistão pela Rússia (na verdade, foi a extinta URSS que ocupou o país) é tocar numa trauma que tem desdobramentos ainda na Rússia contemporânea, herdeira, no que diz respeito às ambições imperiais, do antigo gigante comunista. Lembre-se, à margem, que Osama Bin Laden nasce ali: lutando contra a invasão soviética, com financiamento do Ocidente.

O Afeganistão só entrou no discurso de Lula porque ele aproveitou a entrevista coletiva, vejam que coisa!, para resolver todos os problemas relacionados ao terrorismo islâmico. Não é que ele tenha “desviado” o assunto do Oriente Médio para o Afeganistão. Lula tem certeza de que o Afeganistão faz parte do… Oriente Médio! Deve achar também que é um país árabe… Medvedev, que enfrenta o terrorismo jihadista que hoje prospera no Afeganistão e no Paquistão — e que arma o terrorismo checheno — deve ter pensado: “Mas que diabos está a falar este maluco?” Isso pensado na língua em que Dostoievski escreveu O Idiota (antes da cura) deve ser uma lindeza.

E Lula, a gente vê, tem a receita para pacificar o Afeganistão: a Embrapa! É… A empresa poderia se dedicar ao desenvolvimento de uma papoula e de um haxixe com propriedades apenas curativas, né?

Como Informa o texto da Folha (abaixo), o Irã já rejeitou proposta idêntica à feita pelo Brasil, depois de ter dado sinais de que poderia aceitá-la. Rejeitou, fez testes com mísseis e admitiu a existência de instalações nucleares que não tinham sido previamente comunicadas à Agência Internacional de Energia Atômica. O pacifismo de Mahmoud Ahmadinejad é internacionalmente reconhecido…

Se o “Zóio Junto” combinar tudo direitinho com Lula, topa a “proposta” nada original do nosso Demiurgo, o mundo saúda um “acordo”, o nosso líder posa (Emir Sáder escreveria “pousa”) de pacificador, e os iranianos continuam a desenvolver o seu plano nuclear secreto para tentar obter a bomba. Afinal, como escreveu há dias a revista alemã Der Spiegel, já há a desconfiança de que o Brasil faça o mesmo…

domingo, 9 de maio de 2010



Lindo vídeo produzido para a Anistia Internacional
15 músicos de várias partes do mundo, vale a pena ver:


Se você ainda não reparou ou prefere não chegar à conclusão de que a agenda verde é a nova roupa do velho movimento socialista internacional, escute Evo Morales, que resumiu: "Ou morre o capitalismo ou morre o planeta".
No mundo com acesso às informações ignoradas ou escondidas pela grande imprensa, o embuste pseudocientífico do aquecimento global já se desmanchou como um castelinho de areia banhado pelo mar. Na outra dimensão, burocratas e jornalistas pautados pelo IPCC continuam a martelar o engodo, como se nada tivesse acontecido, mostrando que a famosa máxima do ministro da propaganda nazista nunca deixará de ter eficácia.
Os partidários do aquecimento global não sabem se vai chover daqui a dois dias, mas nos comunicam, com muita seriedade, que os mares vão subir 3 metros nos próximos 30 anos. Em 2027, a temperatura média do planeta atingirá 46 graus. A coisa não se limita aos discursos. É próprio do ativista querer transformar a fantasia em realidade, e não há limites para quem acredita carregar a chave do outro mundo possível.
No chamado Dia da Terra, 22 de abril, Evo Morales e Hugo Chávez comandaram uma Conferência dos Povos sobre as Mudanças Climáticas e apresentaram uma proposta modesta: a formação de um tribunal do clima, que julgaria pessoas, empresas e países inteiros com base em suas contribuições para o aquecimento. A piada é grotesca, mas existem milhões de indivíduos mentalmente preparados para concretizá-la.
Pergunte a um meteorologista o clima da semana que vem. O máximo que ele pode fazer é indicar a probabilidade de certas condições atmosféricas. Por mais avançada que seja sua técnica, o homem não pode dar a certeza absoluta de sol no próximo domingo. O vulcão da Islândia cuspiu fogo e parou o tráfego aéreo na Europa. Nenhuma máquina previu a erupção. Não existem meios de interromper o fluxo da lava e a emissão dos gases. Só o que a humanidade pode fazer é ficar olhando e esperar passar.
A natureza é desconhecida e incontrolável. O cérebro saudável aceita este fato. Mas a operação aquecimento, como todo empreendimento de manipulação mental, veio para destruir nas multidões o senso da realidade, idiotizando-as a título de torná-las "ambientalmente responsáveis". Nesse contexto, nada mais lógico que um tribunal para julgar e punir a humanidade - em nome de uma sandice politicamente útil.
Se você ainda não reparou ou prefere não chegar à conclusão de que a agenda verde é a nova roupa do velho movimento socialista internacional, escute Evo Morales, que resumiu: "Ou morre o capitalismo ou morre o planeta". Que pretexto melhor que a salvação da Terra poderia haver para se exigir o controle da economia global? Como propaganda de massa, é imbatível. Deixa a luta de classes no chinelo.

sábado, 8 de maio de 2010

Imprensa adestrada



Recebi de um colaborador, Geraldo P.:

"Meus amigos, achei muito estranha a notícia, publicada pelo Globo e fui conferir a lista original da revista Time.
A imprensa brasileira, amestrada pelas verbas oficiais, adora aumentar as coisas a favor do Governo e desinformar:
Abaixo a lista original da revista TIME, edição atual, com a votação completa: como pode ser visto,
até o Presidente do Iraque - Mousavi- teve uma votação seis vezes superior ao do Presidente brasileiro, isto sem contar Bill Clinton, Elton John, Manmohan Singh (premier indiano) etc.
Na imprensa brasileira ele aparece em primeiro lugar, na revista está perto quadragésimo lugar.
Você pode conferir , aqui: http://www.time.com/time/specials/packages/article/0,28804,1984685_1984713_1984669,00.html
Como você pode ver, a verdade, cedo ou tarde, aparece.
Barack Obama - 7,740,557 
Lady Gaga - 6,697,752 
Ashton Kutcher - 6,390,600 
Taylor Swift - 5,608,398 
Oprah Winfrey - 2,907,504 
Robert Pattinson - 2,298,274 
Ben Stiller - 1,735,285 
Serena Williams - 1,681,207 
Conan O'Brien - 1,352,195 
Jet Li - 1,220,613 
Damon Lindelof - 977,222
Carlton Cuse - 969,097
Sarah Palin - 884,145 
Glenn Beck - 621,436 
Neil Patrick Harris - 493,561 
Sandra Bullock - 329,229 
Marc Jacobs - 275,689 
Banksy - 259,153 
Sachin Tendulkar - 175,852 
Simon Cowell - 171,726 
Bill Clinton - 160,731 
Lea Michele - 151,916 
Scott Brown - 131,053 
Didier Drogba - 97,611 
Chetan Bhagat - 94,074 
Mir-Hossein Mousavi - 77,455
James Cameron - 50,394 
Kim Yu-Na - 49,493 
Mike Krahulik - 41,305 
Zaha Hadid - 33,242 
Lee Kuan Yew - 27,859 
Ricky Gervais - 27,422 
Mike Mullen - 22,849 
Zahra Rahnavard - 21,747 
Elton John - 19,309 
Nancy Pelosi - 19,123 
Manmohan Singh - 17,977 
Phil Mickelson - 14,922
Michael Pollan - 14,956 
Sonia Sotomayor - 13,399 
Jenny Beth Martin - 13,266 
Annise Parker - 13,093 
Luiz Inácio Lula da Silva - 12,371 
Steve Jobs - 10,662 
Temple Grandin - 8,898 
Tim Westergren - 8,152

DESARMANDO A BOMBA


"No ensaio em Belo Horizonte, comprovou-se que nunca antes neste país houve um candidato à presidência tão vulnerável,despreparado, inconsistente e desprovido de neurônios quanto Dilma Rousseff. Um Jânio Quadros liquidaria o combate por nocaute no primeiro bloco."


Leia a íntegra:


http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/



sexta-feira, 7 de maio de 2010


Vale abandona negócios no Pará: falta de energia! 

Klauber Cristofen Pires


A Sra. Dilma Roussef, ex-ministra das Minas e Energia, deveria pendurar esta reportagem na parede de sua sala, junto de seus outros "troféus". Segundo a "expert", não teremos apagões, só blecautes, "viu ôôô, querida"?

Retorno, mais uma vez, ao caso da energia elétrica. Não pretendo fazer da usina de Belo Monte um cavalo de batalha. Ela é somente um dado no caldeirão do neo-estatismo. Trago, não obstante, interessantes revelações fornecidas pelo jornal Diário do Pará, que sob o título "Vale suspende Termelétrica em Barcarena" revela: devido à transferência de ativos da Vale para multinacional norueguesa Norsk Hidro, fica suspensa - sem previsão - a construção de uma usina termelétrica que estava orçada em 898 milhões de dólares.

Às vezes fico pasmo com o efeito profético dos artigos que trato. Não que eu seja uma sumidade - de jeito nenhum, sou pouco mais do que um palpiteiro ponderado. Mas é que os fatos são se sucedendo em cascata, como um trem que vejo na estação já apitando para partir... O que me leva, no entanto, a insistir a transformar o meu pensamento em bites é o fato de saber o quanto de ignorância (ou de sonsa esperteza) bem-remunerada prevalece na mídia em geral.
Mas talvez esta não tenha sido a pior notícia. A matéria do jornal paraense acerta em cheio quando obtém de um dos dirigentes, Sr. Ricardo Carvalho, o motivo para o abandono da cadeia mais elaborada da produção do alumínio: "O problema é que nós temos limitação para o crescimento da produção de alumínio primário, já que falta no Brasil energia a preço competitivo".

Ainda segundo o entrevistado:

Prova disso, conforme frisou, é que a produção brasileira de alumínio primário tem se mantido estável nos últimos dez anos, período em que foram fechadas inclusive algumas plantas industriais. "Nós somos grandes exportadores de alumina, mas a produção de alumínio não cresce há uma década". Nem a hidrelétrica de Belo Monte, projetada para o rio Xingu, poderá fornecer energia competitiva para a indústria de alumínio. "A energia elétrica tem um custo muito pesado no Brasil devido a um conjunto de fatores. Entre eles, os impostos, taxas e encargos que oneram as tarifas", finalizou.

E mais:

O titular da Sedect citou ainda o caso da hidrelétrica de Belo Monte, projeto no qual o Governo do Estado pleiteou a destinação de 20% do volume total de energia para os auto-produtores. No leilão, conforme frisou, o percentual ficou reduzido à metade.

Está aí, leitores, o retrato da nossa incompetência e do nosso atraso. A Sra. Dilma Roussef, ex-ministra das Minas e Energia, deveria pendurar esta reportagem na parede de sua sala, junto de seus outros "troféus". Segundo a "expert", não teremos apagões, só blecautes, "viu ôôô, querida"?

Como é que o país com maior potencial hidrelétrico do mundo não consegue produzir um punhado de energia, e como a segunda maior mineradora do mundo, que tem sempre gozado de uma relação privilegiada com o estado, abandona um processo produtivo de alto valor agregado, é algo que só posso comparar com um sujeito que disputa uma corrida sozinho e chega em segundo lugar. Ou melhor, não chega, certo?

Não é a primeira vez que a Vale pica a mula no estado do Pará. A rigor, aqui só tem investido nas plantas suficientes para a extração dos minérios, já que, sem outro jeito, eles estão aqui mesmo. O resto de suas atividades, sejam administrativas, de beneficiamento ou de transporte, tanto quanto possível, ela os transfere a outros estados que melhor valorizem a iniciativa privada. Espantosa é a capacidade deste estado de exportar empregos. Pois, que não reclamem: já expulsaram madeireiros, agricultores, pecuaristas, os produtores de energia e agora estão a expulsar a indústria. Como pescar e caçar já é proibido, vamos viver...de botar a culpa no capitalismo, que tal?

segunda-feira, 3 de maio de 2010


Juíza profere Juíza profere sentença em versos crioulos em versos crioulos


No site do Tribunal de Justiça:

A comunidade de Carazinho teve a oportunidade de presenciar sua primeira Audiência Crioula, quinta-feira, dia 17, lotando as dependências do CTG Rincão Serrano. O ato foi uma iniciativa da Juíza da 2º Vara Cível da Comarca de Carazinho, Marlene Marlei de Souza, em comemoração à Semana Farroupilha.

A Magistrada presidiu o julgamento de uma ação real de usucapião. Juíza Marlene Marlei de Souza proferiu a sentença em versos. Durante a sessão, foi colhido o depoimento pessoal do autor e de duas testemunhas. O debate oral foi todo em versos gaúchos. Odillo Gomes, advogado do autor da ação, declamou em versos o requerimento da parte autora. Da mesma forma a manifestação da Defensora Pública, Patrícia Pithan Pagnussat Fan, curadora nomeada aos réus citados por edital.

O parecer da Promotora de Justiça, Clarissa Ammélia Simões Machado, também em versos, opinou pela procedência do pedido formulado pela parte autora. Todos estiveram pilchados por ocasião do ato. A decisão foi divulgada na própria audiência, em sentença proferida pela Magistrada no sentido de acolher o pedido do autor.

Confira a sentença:

SEBASTIÃO DOS SANTOS VIDAL

A sobrar-lhe a razão,
Aduz a sua pretensão,
Com respeito vem pedi-la
E a justiça ouvi-la.
Gleba que traz ocupada,
No tempo somente sua,
Em pleno gozo e uso, deseja usucapi-la.


Lá do PINHEIRO MARCADO
Traz mapa e confrontações,
Informa seus lindeiros,
Seus vizinhos primeiros.
Ouvidos os conhecidos,
E também os ausentes,
Que receberam citações,
Em formais publicações.


E todas FAZENDAS PÚBLICAS,
Município, Estado e União,
Tiveram sua citação.
Em trâmites pertinentes,
No rigor das leis vigentes,
E sem objeção nenhuma,
Nem controvérsia alguma,
Se quedaram silentes.


Se direitos existentes,
CURADORA sua voz diária,
Guarida se necessária.
Testemunhas convocadas,
Informaram compromissadas,
Pelo juízo ouvidas,
A posse sempre mantida,
Mansa, também vintenária.

Intervém a PROMOTORA
com sua ação lutadora,
Em seu agir vigilante,
Em seu ofício bastante
Ativo e competente,
A todos os atos presente,
Concordando plenamente
Com o direito do autor.


A Posse, sempre mansa,
prova o autor, não se cansa,
Cultivar o amado chão,
De onde vem o seu pão
E o sustento para os seus,
Com a dádiva de DEUS,
E a aração diária
Hoje, mais que vintenária.


Diante de todo o exposto,
de acordo com a lei vigente,
julgo, então, procedente,
o pedido formulado,
ficando todos intimados,
da presente decisão.
Registre-se, por ocasião,
De transitar em julgado.

Dezessete, o dia que se move.
Setembro, dois mil e nove.
MARLENE MARLEI DE SOUZA,
Magistrada de Direito,
Em jurídico e justo caminho
Na Querência de Carazinho,
Deu ao seu Sebastião,
A propriedade de seu quinhão!