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quinta-feira, 30 de abril de 2009

A MÃO QUE EMBALA A URNA


Há pouco tempo atrás, foi lançada uma campanha mundial incentivando a descoberta do linfoma através do toque das mãos. Grandes artistas plásticos contribuíram criando mãos gigantes com a técnica da digigrafia. Uma campanha maravilhosa. No Brasil sujo e podre do petralhismo, a iniciativa tocante receberia a contribuição da mão de baixo na foto, que traduziria a campanha do linfoma da maior "artista" brasileira: aquela que chora, ri, xinga, finge, mente, abusa, chama para coletiva, tudo na hora certa, tudo programadinho para pegar a edição do jornal de domingo ou o telejornal da noite. O Coturno Noturno estima melhoras.
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Diferentemente do tratamento a que se submete a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, os pacientes do SUS não possuem acesso ao tratamento adequado para os linfomas e a lista de medicamentos para este tipo de câncer não é atualizada há mais de 10 anos pelo governo. “Ainda existe muito desconhecimento por parte dos médicos no diagnóstico e tratamento da doença. Além disso, os pacientes do SUS ficam a mercê da lentidão da atualização e disponibilidade do tratamento adequado”, afirma a presidente da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, Merula Steagall. “Outra dificuldade importante é a ausência de dados estatísticos sobre a incidência da doença e índices de cura.”, completa.Atualmente o tratamento que oferece a maior chance de cura para a maioria dos pacientes com linfoma não-Hodgkin é a combinação de quimioterapia associada a anticorpos monoclonais, os medicamentos inteligentes. “Os anticorpos monoclonais combatem as células cancerosas preservando as sadias. Estes medicamentos não são disponibilizados pelo SUS e a população em geral é submetida a quimioterapia convencional que não proporciona os mesmos resultados.”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, Dr. Carlos Chiattone. “É falta de ética médica não oferecer tratamentos mais modernos para os pacientes sob a alegação de custo”, ressalta Dr. Chiatonne. Leia mais aqui.
Postado por Coronel

quinta-feira, 23 de abril de 2009




Os fora-da-lei do campo


MST combate a democracia com
dinheiro do governo federal
Por AUGUSTO NUNES
"Em barracas de lona preta, milhares de sem-terra ocupam há quatro anos o que é de outros. Poderiam estar lucrando com os frutos da terra se tivessem genuíno interesse pela vida de agricultor e alguma intimidade com as coisas do campo. Não têm. Se tentasse manusear uma foice, o chefe João Pedro Stedile entraria para a História como o primeiro revolucionário a decepar a própria cabeça. Se resolvesse acompanhar o general com uma enxada, qualquer subordinado acabaria amputando um pé. É natural que todos prefiram estudar marxismo, ou rezar ajoelhados sob o pôster de Guevara. E, a partir de agora, também aprender como se improvisa um escudo humano. O governo garante a comida e a impunidade. O MST pode lutar sem sobressaltos pelo extermínio da democracia."
É o Brasil.
Por tratar como caso de polícia o que era uma questão social, o presidente Washington Luis antecipou a chegada à senilidade precoce da República Velha, enterrada sem honras pela Revolução de 1930. Por tratar como questão social o que é um caso de polícia, o presidente Lula pode acabar retardando a chegada à maioridade da democracia brasileira, recém saída do berço. Os líderes do incipiente movimento operário do século passado, que apresentavam reivindicações elementares, não mereciam cadeia. Mereciam de Washington Luis mais atenção. Os chefes de velharias ideológicas que alcançaram o começo de milênio berram exigências tão aceitáveis quanto a restauração da monarquia. Não merecem as atenções que Lula não cansa de dispensar-lhes. Merecem cadeia.
Que tal começar pelo MST?, sugere a biografia da sigla que está festejando ainda mais ruidosamente o 25° aniversário. Criança problemática desde o primeiiro vagido, virou delinquente juvenil e, adulto, tornou-se um pecador sem remissão. Antes de mais um “abril vermelho”, que no calendário dos sem-terra começa no dia 17, o prontuário já lhe garantira o segundo lugar no ranking da bandidagem organizada, abaixo do PCC. Ainda na primeira semana de barulhos no campo, a partitura da violência ─ composta de atentados à propriedade privada, ataques a prédios públicos, roubos e furtos, destruição de residências, de plantações e laboratórios, agressões físicas, ameaças de morte e outras estridências ─ incorporou sustenidos especialmente perturbadores.
No dia 19, travou-se em Xinguara, nas lonjuras do Pará, mais uma batalha da guerra pela posse da Fazenda Espírito Santo. A propriedade transformou-se em alvo preferencial do MST não por ser improdutiva, mas por pertencer ao Grupo Opportunity, controlado por Daniel Dantas. Foi invadida não porque Dantas tem problemas com a Justiça, mas porque é inimigo de classe. Burgueses bilionários não devem ser tratados com clemência por tropas que lutam pela construção do paraíso comunista. A reforma agrária é só o começo. Ou um bom pretexto.Não era pouco o que estava em jogo no Pará, entenderam os atacantes. Valia a pena, por exemplo, transformar em escudos humanos quatro jornalistas presentes à zona conflagrada pelo confronto entre soldados do MST e homens contratados para defender as divisas da fazenda. Valia a pena qualquer brutalidade, logo saberiam os reféns. “Os sem-terra mandaram que desligássemos as câmeras e avisaram que íamos ficar com eles”, contou o cinegrafista Felipe Almeida, da TV Liberal. “Mandaram que continuássemos andando na direção dos seguranças. Alertamos que ia haver tiro. ‘Vocês que estão na frente que se virem’, eles disseram. Quando o tiroteio começou, todo mundo correu”.
Felipe registrou cenas do combate que terminou com oito feridos. Os outros foram impedidos de filmar a movimentação dos sem-terra. Na tarde de domingo, ao encontrar os reféns libertados minutos antes, o gerente da fazenda pediu-lhes que ficassem por lá. “Para ele, éramos uma garantia”, disse Victor Haor, repórter da TV Liberal. “Nós não aceitamos porque já não havia condições de permanecer no lugar”.
O presidente Lula nem comentou o episódio. Depois de nomear-se conselheiro de Obama, o cara não tem paciência para miudezas. O ministro da Justiça, Tarso Genro, reiterou que não lida com questões estaduais. Basta a trabalheira exigida pela libertação do camarada Cesare Battisti. Lula e Tarso são cúmplices da companheirada sem juízo. A governadora Ana Júlia Carepa é a comparsa que os sem-terra pediram a Lênin.
Descansam nas gavetas da administração estadual quase mil mandados de reintegração de posse. “O Pará é muito grande”, explica Geraldo Araújo, assessor do secretário de Segurança Pública. O Brasil é ainda maior. E fica muito longe, ensinou Tom Jobim.
Em barracas de lona preta, milhares de sem-terra ocupam há quatro anos o que é de outros. Poderiam estar lucrando com os frutos da terra se tivessem genuíno interesse pela vida de agricultor e alguma intimidade com as coisas do campo. Não têm. Se tentasse manusear uma foice, o chefe João Pedro Stedile entraria para a História como o primeiro revolucionário a decepar a própria cabeça. Se resolvesse acompanhar o general com uma enxada, qualquer subordinado acabaria amputando um pé. É natural que todos prefiram estudar marxismo, ou rezar ajoelhados sob o pôster de Guevara. E, a partir de agora, também aprender como se improvisa um escudo humano. O governo garante a comida e a impunidade. O MST pode lutar sem sobressaltos pelo extermínio da democracia.
É o Brasil.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

LIÇÃO DE MORAL

NÃO SE DÁ LIÇÃO DE MORAL DISCURSANDO SOBRE 100 MIL CADÁVERES

Por Reinaldo Azevedo

“A minha situação fica bastante desagradável para aqueles que defendem ou que houve ditadura branda no Brasil ou que no Brasil havia uma regularidade, naquele período, democrática. Nem uma coisa nem outra. Naquela época se torturava, se matou, se prendeu".(...)"Muitas vezes as pessoas eram perseguidas e mortas... E presas por crime de opinião e de organização, não necessariamente por ações armadas. O meu caso não é de ação armada. O meu caso foi de crime de organização e de opinião, que é, vamos dizer assim, a excrescência das excrescências da ditadura".

As duas falas acima são da ministra Dilma Rousseff, na sexta passada. Reclamava da publicação de um documento, na Folha, no último dia 5, referente à sua prisão. Segundo a ministra, a ficha em que ela aparece qualificada como "terrorista/assaltante de bancos" e na qual consta o carimbo "capturado" é falsa. Muito bem. Dilma tem o direito apenas a fichas verdadeiras. E nós também;A Folha já se redimiu, e mais de uma vez, do emprego da palavra “ditabranda” para designar o regime militar. Ok. Ocorre que o reconhecimento da impropriedade do termo se deu no ambiente turvado pela mistificação das esquerdas. E, em vez de clareza, fez-se mais confusão. A confusão que permite à ministra Dilma Rousseff posar de mártir da democracia, o que ela nunca foi. Relembro: recorreu-se ao termo “ditabranda” para relevar o fato de que algumas das formalidades do regime democrático foram mantidas no país — e tal reconhecimento não isenta o regime de seus crimes. Mas está posto que não se viveu no Brasil uma ditadura similar, por exemplo, à cubana, tão admirada e incensada pelas esquerdas brasileiras, incluindo aquelas que lastimam o emprego da palavra “ditabranda”. Com efeito, da ditadura dos Castros, em Cuba, pode-se dizer tudo, menos que tenha sido ou seja “branda”. Mas Lula, os petistas e outras correntes de esquerda não vêem mal nenhum em se colocar como propagandistas do regime.Dilma Rousseff queria uma ditadura comunista no país de modelo soviético. Era essa a utopia do Colina (Comando de Libertação Nacional), que depois se fundiu à VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) parar formar a VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares), um dos grupos terroristas mais virulentos que houve no país, com várias mortes e atentados nas costas — e, que se note, o grupo não via mal nenhum em matar gente sem qualquer ligação com a luta política. Afinal, eles queriam a “libertação nacional”, né?Que importância tem isso? A importância que tem a verdade. Se o passado de Dilma não é definidor de suas escolhas presentes, então não precisa haver mentiras sobre a sua história.- não, não queria democracia; queria ditadura comunista;- não, não lutava “pela liberdade; lutava para implantar o socialismo;- não, não foi presa por crime de opinião; foi presa porque pertencia a um grupo que praticou uma série de atentados, com várias mortes.O fato de que se opunha a uma ditadura não quer dizer que fizesse as melhores escolhas. Nem tudo o que não era a ditadura militar prestava. Nem todos os métodos empregados para derrubá-la eram bons. Até porque a opção de muitas correntes da extrema esquerda pela luta armada antecede o golpe militar de 1964 e, evidentemente, o recrudescimento do regime, em 1968. Inventou-se a falácia, desmentida pelos fatos, de que não teria havido guerrilha e terrorismo sem a decretação do AI-5. Mentira. Mentira das mais grotescas.Quem mente de forma tão descarada sobre o seu passado e o passado do país pode estar disposto a permanecer no terreno da mistificação também no presente. É evidente que Dilma e outros esquerdistas estão tentando magnificar uma coisa sem importância — o emprego da tal palavra “ditabranda” — para tentar, vamos dizer, “enquadrar” a Folha de S. Paulo. É uma regra de ouro da política e dos políticos de esquerda: "saia gritando que este e aquele veículos discriminam o candidato e o partido, e eles tenderão a fazer alguma forma de compensação":a) moderar na crítica;b) bater também no adversário daquele que bota a boca no trombone para evidenciar imparcialidade;c) deixar de lado o assunto que gerou a polêmica.Sabem o que é pior? Isso costuma funcionar. O PT já percebeu. E age de modo preventivo. Assim que uma reportagem que não é de seu agrado é publicada, imediatamente se lança no ar a suspeita de uma conspiração. Um exército treinado passa a patrulhar o ombudsman. O trabalho, hoje em dia, é facilitado pela canalha oficialista na Internet, gente que escreve descaradamente a soldo. Até funcionário capacho da Lula News entra na jogada.O Brasil tem hoje 180 milhões de habitantes. Cuba tem 11 milhões. Ao longo de 21 anos de ditadura, as próprias esquerdas admitem que morreram, no Brasil, no máximo, 424 pessoas — e os números são, diria, alargados: estão aí os guerrilheiros do Araguaia, os que morreram nas cidades com armas na mão e até alguns desaparecidos em razão de causas supostamente políticas, sem comprovação no entanto. Tudo bem: tomemos o número pelo teto. Em Cuba, que tem 1/16 da população do Brasil, o regime dos Castros fez 100 mil mortos. Como não dá para saber exatamente qual era a população de cada país no momento das mortes, faço as contas segundo os números atuais: no Brasil, morreu 0,23 pessoa por grupo de 100 mil habitantes. Na Cuba de Fidel, há 909 cadáveres por grupo de 100 mil. Sabem o que isso significa? Que o Coma Andante e o anão de circo que o sucedeu são 3.951 vezes mais assassinos do que os ditadores brasileiros. Se quiserem considerar os quase 2 milhões de cubanos no exílio, ok. Aí a dupla é apenas 3.342 vezes mais homicida dos que os nossos brutamontes. “Ah, mas a nossa ditadura durou 21 anos, e a de Cuba, já tem 50”. É verdade. A média de mortes, por ano de ditadura, no Brasil, seria de 20,1 pessoas; na ilha, de 2 mil.Sem esses números não dá para discutir nem ditabranda nem ditadura. Sem esses números, o que sobra é mistificação. Dilma Rousseff diga o que quiser. Só não pode fazer de conta que sempre foi uma amante da democracia. Dado o comportamento do Brasil em relação ao regime cubano, essa gente não entende o paradigma democrático nem hoje em dia.E já que a gente tem de dizer tudo sem medo de aborrecer, então vamos lá. Se a VAR-Palmares, de Dilma Rousseff, tivesse chegado ao poder, vocês acham que os mortos estariam mais para os 424 da ditadura brasileira ou para os 100 mil da cubana? Sempre lembrando que, na mesma proporção da ilha, os mortos brasileiros, sob o regime dos comunas, poderiam chegar a 1,5 milhão de pessoas. É matemática, não é ideologia.“Ah, mas não dá para contar a história que não houve”. Ok. Fiquemos, então, com a que houve. Os ditadores cubanos são 3.951 vezes mais homicidas do que os ditadores brasileiros. As esquerdas e o governo brasileiro, de que Dilma é a grande estrela, incensam os cubanos e detestam os brasileiros.Para essa gente, o matar menos faz os bandidos; o matar muito faz os heróis.PS: A canalha pode rosnar à vontade. Ou contesta a matemática dos homicídios ou vá para o diabo. Sempre lembrando que qualquer morte nos diminui. Sendo assim, 424 mortes nos diminuem 424 vezes. Cem mil mortes nos diminuem 100 mil vezes.

terça-feira, 21 de abril de 2009

SOCIALISMO BANANEIRO

por Maria Lucia Victor Barbosa

O socialista latino-americano é antes de tudo um chato. Hipócrita por excelência, falso até a medula, intrinsecamente autoritário, cultivador da mentalidade do atraso, ele bate no peito para se dizer defensor dos pobres e oprimidos, mas no fundo sonha com as delícias da burguesia que sabe apreciar como ninguém quando alcança o poder.A 5ª Cúpula das Américas, realizada em Trinidad e Tobago, nos dias 18 e 19 deste, provou a chatice congênita do esquerdista latino-americano e seu insuperável vezo bananeiro. Apesar da fila do beija-mão que se formou diante de Barack Obama, não esteve de todo ausente o doentio antiamericanismo, resultado da inveja mórbida que os reiterados fracassos da América Latina provocam em seus povos diante dos êxitos e do progresso norte-americano.A previsão para a Cúpula era a de que Hugo Chávez e seus seguidores do exótico socialismo do século 21 dariam o show costumeiro contra o “Grande Satã Branco”, destilando retórica plena de insultos e ataques aos Estados Unidos. Se tal não aconteceu foi porque o presidente Barack Obama já tinha comido o bolo quando vieram com o fubá. Isto porque, se o grande assunto da Cúpula foi centralizado no embargo cubano, Obama previamente dera um passo importante ao eliminar as restrições às viagens e remessas de fundos dos cubanos-americanos à ilha. Em resposta Raúl Castro declarou que: “estamos dispostos a discutir tudo – direitos humanos, liberdade de imprensa e presos políticos”. Algo a se duvidar partindo de quem partiu, pois o regime comunista cubano acumulou em quase meio século, sob o tacão de Fidel Castro, horrores que vão da perda da liberdade à execução de dissidentes e o total desrespeito aos direitos humanos. Enfim, esses tormentos próprios dos sistemas comunistas que, se perpetrados por companheiros, são louvados e admirados pelos socialistas bananeiros, inclusive, por Lula da Silva e seus petistas que consideram Fidel Castro um modelo de líder democrático.Engrossando o coro do fim do embargo, a presidente da Argentina, Cristina Kirchiner, choveu no molhado ao exortar o presidente norte-americano a “construir uma nova relação entre as Américas”, tema sobre o qual Obama expôs com êxito, conforme os altos elogios que recebeu em Trinidad e Tobago.Evo Morales, mais gordo ainda depois de uma hipotética greve de fome, bateu de frente com o companheiro Lula no tocante aos biocombustíveis, cobrou do Obama pronunciamento sobre um fictício atentado que teria sofrido, mas sucumbindo também ao carisma do norte-americano disse que iria pensar se readmitia o embaixador dos Estados Unidos, por ele expulso numa imitação grotesca de seu mentor Hugo Chávez.Chávez, que em qualquer evento só falta dar cambalhotas para aparecer, apresentou seu filho a Obama e presenteou o presidente com a bíblia ultrapassada do anti-imperialistas, “As veias abertas da América Latina, de Eduardo Galeano. Célebre por seus constantes insultos aos Estados Unidos e tendo recentemente chamado Obama de “pobre ignorante”, Chávez resolveu reclassificá-lo de inteligente e disse querer ser amigo do presidente norte-americano que, naturalmente, deverá se precaver diante desse tipo de amizade.O comunista e revolucionário Daniel Ortega, hoje de novo no poder na Nicarágua, e que deixara como herança a seu povo uma dívida de milhões de dólares, discursou durante longo e entediante tempo exaltando as virtudes da esquerda, cujos adeptos adoram como ele morar em mansões.O Brasil não poderia deixar de aparecer, preferencialmente com destaque. Mas o “cara” desta vez não brilhou como queria. No seu estilo de metamorfose ambulante, Lula da Silva, também deslumbrado com a presença do companheiro Obama, primeiramente foi todo elogios. Provavelmente repetindo o chiste de algum assessor, disse que o norte-americano tomara um banho de América Latina, quando tudo indica que foi o contrário, os latino-americanos tomaram um banho de Estados Unidos. Mas para dar aquele inevitável toque de esquerda bananeira, Lula da Silva fez sua crítica. Disse que ajuda de US$ 100 milhões dos Estados Unidos para pequenas empresas da América Latina, é esmola. E olha que de esmola Lula entende com suas bolsas-cata-votos. A crítica, porém, deve ter agradado ao PT que se reunirá em 22 de novembro para discutir várias diretrizes, entre elas, “virar à esquerda, reatar com o socialismo”. Sobre o embargo é bom esclarecer que a rigor não existe. Sua origem foi o confisco de propriedades norte-americanas por Fidel Castro. Mas produtos dos Estados Unidos entram na ilha via Canadá, Panamá, Venezuela, sendo que Cuba pode comprar de qualquer país. O problema é que os cubanos, que vivem na mais desgrenhada miséria, não têm acesso aos cativantes objetos de desejo da burguesia.Apesar do clima amistoso criado por Obama, prevaleceu o socialismo bananeiro e apenas Trinidad e Tobago assinou a declaração final da Cúpula. Como disse o cubano Carlos Alberto Montaner, no “Manual do perfeito idiota latino-americano”: “A relação sentimental mais íntima e duradoura do idiota latino-americano é com a revolução cubana. E um velho amor não se esquece nem se deixa”. Nem a mentalidade do atraso, acrescento.

Cícero e a virtude da vida ativa

Cícero, advogado, orador e escritor romano, assassinado no ano de 43 a.C., há mais de dois mil anos atrás, provavelmente foi o maior Mestre de Civismo que o Ocidente conheceu. Além de celebrizar-se como personalidade enérgica, infatigável, capaz de eletrizar as multidões com seus discursos, concentrou toda sua imensa atividade intelectual em promover o amor à pátria, promover a decência e a servir à República Romana. Desde aquela época, seus ideais e seus textos foram lidos das mais diversas formas para promover a cidadania e o engajamento dos homens qualificados nos assuntos públicos.
Cícero e as escolas gregas

M.T.Cícero (106- 43 a.C.) Quando Marco Túlio Cícero (106-43 a.C.), retirando-se por momentos das atividades públicas para as suas vilas de Túsculo e Fórmia, entregava-se aos seus ensaios éticos, o que predominava na cultura romana da sua época eram as escolas filosóficas gregas. Especialmente os estóicos faziam furor entre a gente letrada e o patriciado culto da República Imperial. O principio básico que elas difundiam, fosse qual fosse sua tendência, é de que o homem verdadeiramente sábio devia evitar deixar-se dominar pelas emoções, pelas paixões e pelos desatinos outros que o acometiam ao longo da vida.
O melhor mesmo, o ideal estóico, era buscar a excelência num retiro, cultivar um ócio contemplativo, no estudo, reflexão e meditação, voltado para o aperfeiçoamento ético de si mesmo. O objetivo era blindar-se moralmente frente aos possíveis e inevitáveis sofrimentos. O resultado final disso levava à ataraxia, uma situação mental cultivada que evitava qualquer perturbação da paz alcançada. O mundo lá fora, o cenário do espaço público, era visto como idêntico a uma arena selvagem, palco da violência e a trapaça. Lugar de aventureiros, de gladiadores e da plebe, nada que fosse digno de um verdadeiro cavalheiro. O seu íntimo, aconselhava o estóico, devia por-se a salvo daquilo tudo.
A celebração da ação pública
Para ele, que assumira tantas magistraturas ao longo da sua vida pública (entre 75-51 a.C., foi questor, edil, pretor, cônsul e procônsul na Cilícia, culminando sua benemerência cívica com o título de "Pai da Pátria"), seguir tal linha filosófica parecia-lhe um absurdo. Advogado militante, homem polêmico, orador impressionante, defensor de causas sensacionais, sempre envolvido nas tempestades públicas do seu tempo, personagem de ação por excelência, o cônsul que conseguira espantar de Roma o perigoso conspirador Catilina apenas com discursos contundentes, não podia aceitar o isolamento como virtude.
Apesar da admiração dele pela doutrina estóica, particularmente a invocação dela em favor do autocontrole, aquela peroração apartada das coisas práticas lhe soou estranha. Nos De Officiis (Dos Deveres, 44 a.C.) assinalou "suponhamos que um sábio se encontra em situação de abundância, gozando de repouso e ociosidade que lhe permite meditar e considerar tudo o que deseja conhecer: se está sem ver ninguém, em grande solidão, é preferível terminar sua vida" (Dos Deveres, Livro I, XLIII)Cícero, todavia, reconhecia a importância da Filosofia. Ela ajudava a descortinar os horizontes naturalmente estreitos dos indivíduos. Assim é que passou a dedicar o seu tempo livre a publicar uma série de tratados éticos de divulgação, tendo em mente elevar o nível dos cidadãos romanos. "Não é pelas luzes das pessoas de estudo" perguntou ele retórico "que as grandes personalidades tornaram-se melhores cidadãos e mais úteis à República?" (Dos Deveres, Livro I, XLIV) Por isso mesmo seu intento como homem de letras e de ação era remover a Filosofia de dentro das escolas, retirá-la do espaço constrangedor da Academia ou do Liceo, de fazê-la sair debaixo das colunas do Pórtico ou dos caminhos do Jardim de Epicuro, e traze-la para dentro do Fórum Romano para pô-la ao serviço dos homens de ação, como munição para o debate qualificado. Derrotar os adversários a golpes de dialética, pela força da retórica, era a sua meta.
"A virtude", insistiu ele, "afirma-se por completo na prática, e seu melhor uso consiste em governar a república e converter em obras as palavras que se ouvem nas escolas."
(Da República, Livro I, II).

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Sinceridade

Confissão pública
Os senadores Renan Calheiros (AL) e Mão Santa (PI) estavam juntos quando os jornalistas começaram a alvejar o líder do PMDB no Senado sobre o "toma-lá-dá-cá" que protagoniza com o governo Lula. Renan negou o fisiologismo evidente, mas Mão Santa, com desconcertante sinceridade, desfez o enigma hamleteano, segundo relato do jornalista Euclides Farias: - Em toda esta minha vida - e olhe que ela já não é curta - eu nunca vi esse negócio de apoiar sem receber cargos. Eu quero é cargos, sim! E se o senador Renan Calheiros não quer, paciência, eu fico com os dele!

Por Claudio Humberto

domingo, 19 de abril de 2009

Suicídio em câmera lenta



Suicídio em câmera lenta


Poucos temas desfrutam de impopularidade similar ao da reforma da previdência. Sempre que o assunto surge em alguma discussão, aparece logo quem diga que qualquer mudança significaria retirar os direitos dos trabalhadores e dos aposentados. Bobagem. A previdência brasileira é injusta, privilegia poucos hoje em detrimento do bem-estar futuro de muitos e tem um custo desproporcional às possibilidades do país.
De cada 100 reais produzidos anualmente pela economia brasileira, 12 são consumidos com aposentadorias e pensões. É um gasto excessivo, sobretudo porque o Brasil é um país jovem e com expectativa de vida baixa em relação às nações desenvolvidas. No Japão, o gasto com a previdência social não passa de 8% do PIB, e nos Estados Unidos ele equivale a 7%. Traduzindo esses dados para valores monetários, o Brasil despende, anualmente, algo como 360 bilhões de reais para bancar as aposentadorias e pensões do setor privado e também dos servidores públicos.
Além de ser um gasto enorme, só comparável, em termos relativos ao tamanho da economia, ao de países europeus, o sistema previdenciário brasileiro é extremamente deficitário, isto é, as receitas obtidas com as contribuições são insuficientes. O rombo atual é da ordem de 100 bilhões de reais. Ao ano. Daria para fazer muita coisa com esse dinheirão todo. Um exemplo. O custo do trecho sul do Rodoanel metropolitano de São Paulo, a maior obra viária em execução neste momento do país, é de estimados 5 bilhões de reais. Isso significa que seria possível construir vinte obras similares apenas, com os recursos de apenas um ano desse déficit.
Na avaliação do economista Fabio Giambiagi, um dos maiores especialistas em finanças públicas do país, o crescente aumento dos gastos previdenciários é uma das causas que explicam o modesto crescimento econômico brasileiro na última década. Em primeiro lugar, porque recursos que poderiam ser investidos na infraestrutura (construindo estradas, portos e ferrovias) são drenados pelo ralo da previdência. O alto custo das aposentadorias também faz com que o brasileiro pague impostos demais, inibindo o consumo e os investimentos privados.
São razões como essa que fazem a reforma da previdência essencial. Mas por que ela nunca sai do papel? Com a palavra Giambiagi, que deu entrevista a Veja sobre o tema, em outubro de 2006: “A questão tem sido maltratada no ambiente político porque há muitos anos deixamos de fazer política de verdade. Esse assunto não pode e não deve ser abordado como tema partidário ou ideológico, mas com números. Precisamos explicar para a população que, sem uma mudança de regras, será muito difícil, para não dizer impossível, ter daqui a vinte ou trinta anos o Brasil que todos almejamos. O Brasil está se suicidando lentamente”.
Giambiagi, a propósito, é o autor de um ótimo livro sobre o assunto, Reforma da Previdência – O Encontro Marcado (Campus/Elsevier; 256 páginas). Nele, o economista indica saídas para que o país escape dessa armadilha. O brasileiro, em essência, terá que trabalhar mais tempo e contribuir mais, antes de se aposentar. Esse ajuste é inevitável, e quanto antes for feito mais depressa o país escapar desse suicídio em câmera lenta.

Por Giuliano Guandalini -

CHE: EL ARGENTINO

CHE: EL ARGENTINO
por Ipojuca Pontes

Por insistência de um amigo cinéfilo, vi a primeira parte do filme-propaganda “Che” (Che: el argentino), de Steven Soderbergh, cineasta que faz hora e vez no pedaço faturando em cima de causas “politicamente corretas”. Vi, e logo me arrependi, pois o longo comercial sobre a revolução de Castro e aliados, para além de ser um enfadonho clichê, é também produto extremamente mentiroso. (A segunda parte da exegese sobre a guerrilha de Guevara na Bolívia, que leva mais duas horas, não me pegará: minha cota de tolerância se extinguiu). Certo, caro leitor, mentira e revolução são, em essência, irmãs siamesas - mas a incensada revolução de Castro, em especial, pela quantidade abusiva da invencionice arquitetada, excede qualquer expectativa. Com efeito, em torno de “la revolución cubana”, os comunistas e seus agentes culturais construíram uma tão monstruosa cadeia de embustes, que fica difícil, senão impossível, diante dela o leigo não sucumbir. (Basta ver que, apesar do completo fracasso da experiência sanguinária, ainda cresce o número de pessoas que, a cada instante, mergulhadas numa estranha espécie de psicopatia, nela passam a acreditar). No caso do filme de Soderbergh – baseado nas “Passagens da Guerra Revolucionária”, do próprio Guevara, contando com roteiro do “companheiro de viagem” Peter Buchman (corrigido, antes das filmagens, por censores “especialistas” do Centro Che Guevara, em Cuba) – a falta de compromisso com a verdade tornou-se tão visível, que nem mesmo os escribas do “Granma”, depois de sua exibição em Havana, conseguiram livrar a cara: “A obra não tem fidelidade absoluta aos feitos históricos” – diz o jornal do PC cubano. “Tratam a figura revolucionária (Che) de forma respeitosa e admissível, mas carece de emoção. Algumas reações têm tons falsos e são imitações dramatizadas demais, sobretudo nas cenas em que aparecem Fidel e Camilo Cienfuegos. Os feitos (narrados) viraram um mostruário dos primeiros anos da revolução, mas falta (ao filme) carisma e profundidade”. (Quer dizer: nem seguindo a cartilha oficial da ditadura de Castro, antecipadamente consultada, o spaghetti-propaganda - rodado na Espanha e pago com os bem nutridos recursos do comunismo internacional – consegue convencer). Mas em que o “Che” de Soderbergh mente? Eis a resposta: em tudo. Do primeiro ao último fotograma, nada do que o filme projeta - sem porejar o mínimo contraditório - deixa de ser uma manipulação grosseira dos fatos, coisa em que os comunistas, sejamos justos, são indiscutíveis mestres. Um exemplo: no início do filme, uma cena de arquivo registra solenidade em que Fulgêncio Batista sorri ao lado de pretensa autoridade americana, dá a entender ao espectador que o “imperialismo ianque” segurou o sargento-ditador no poder.Muito bem. Pode-se ventilar que a presença do governo americano por trás de Batista já é uma verdade consolidada no inconsciente coletivo, não é mesmo? No entanto, é bom ressaltar, ela não passa de uma mentira deslavada, que filmes de propaganda made-to-measure por Soderbergh et caterva só ajudam a estabelecer como verdade histórica inquestionável - a verdade que se fez lenda perniciosa, necessária à manutenção do mito, mas que soterra os fatos tais como ocorreram. E os fatos, neste caso, bem documentados nos arquivos do Congresso americano, foram os seguintes:No inicio de 1960, o ex-embaixador dos Estados Unidos em Cuba, Earl T. Smith, em depoimento prestado ao Senado sobre o papel do Departamento do Estado e da CIA junto ao exército rebelde, declarou de peito aberto: “Nós colocamos Castro no poder, e agimos a seu favor tanto no aspecto moral quanto material”.Antes, em 1959, ao tempo em que o governo americano embargava o envio de armas para as tropas de Fulgêncio Batista, o embaixador Smith, em pessoa, pressionava para que o ex-sargento telegrafista deixasse o País, negando-lhe, quando solicitado, a concessão de exílio nos Estados Unidos. Por sua vez, Robert Weicha, agente da CIA em Santiago de Cuba, afirmava na Comissão de Justiça do Congresso, depois da fuga de Batista: “Eu e meu staff éramos todos fidelistas. Todo mundo na CIA e todos no Departamento de Estado eram pró-Castro”.(Convém ainda lembrar ao leitor que os EUA foram um dos primeiros países a reconhecer oficialmente o governo de Castro, afiançando-lhe, em seguida, subsídio de U$ 200 milhões – uma bagatela se comparado aos bilhões de dólares que a gang de Castro e Guevara roubou dos empresários cubanos e americanos então em fuga da ilha-cárcere).Outra patacoada do filme diz respeito à tomada da cidade de Santa Clara, o grande feito militar de Guevara. Pois bem, ele não existiu, ou melhor, tudo não passou de um blefe: diante do descarrilamento de um trem que transportava armas, nos arredores da cidade, o Che, usando da malandragem portenha, levou o comandante adversário a acreditar que os seus 500 soldados estavam cercados por 2.300 guerrilheiros, quando na realidade a guerrilha não tinha mais de 300 homens. De posse das armas transportadas no trem, e com a fuga da guarnição militar do governo em queda, tomar Santa Clara não passou de um piquenique.A produtora de “Che”, Laura Brickford, comunista articulada, prefigurando Gramsci, abriu o jogo sobre as suas pretensões revolucionárias: “Os valores de Che Guevara são universais e o filme tenta levantá-los; a questão é como implementá-los de uma forma diferenciada. O objetivo do filme é levantá-los novamente”.Ou seja, incensando o mito, Lady Laura quer ver pelo mundo mais ditaduras sangrentas, como às que foram impostas pelos irmãos Castro (com a coadjuvação do Che), que só levaram o povo cubano ao sofrimento, à fome e a ausência da mais tacanha liberdade, inclusive a de ir e vir, tal como demonstra o caso recente dos dois boxeadores exilados nos Estados Unidos.
O que fazer com uma gente assim?

sábado, 18 de abril de 2009

EL COMEDIANTE MÁXIMO




EL COMEDIANTE MÁXIMO
Fidel adora o embargo

Está configurada mais uma prova cabal de que o maior beneficiário das sanções comerciais desde 29 de julho de 1960 — incorretamente chamado de “bloqueio” — dos Estados Unidos à Cuba é a ditadura dos irmãos Castro. O presidente americano Barack Obama aliviou nesta segunda-feira, 13 de abril, algumas restrições de viagens e remessas de dinheiro à ilha. A medida afetará mais de 1,5 milhão de cubanos-americanos com famílias que vivem na ilha. Reação imediata de Fidel: “Não aceitamos esmolas.”

Se os EUA deixarem de ser os “vilões” da retórica oficial comunista, cai por terra a falsa justificava que o insucesso de uma revolução incapaz, desde a primeira hora, de resolver o mais básico dos problemas da população: o abastecimento. É mais conveniente para os comunistas da ilha continuarem afirmando que nada funciona como deveria porque os “imperialistas” impedem.

Quando foi que o regime castrista não viveu de ajuda externa? Até o fim da URSS, Cuba manteve-se precariamente devido ao subsidido soviético — o desequilibrio da balança commercial era tão grande que parecia realmente mendicancia. Hoje é igual. O regime castrista continua de muletas, sobrevive graça a ajuda de Hugo Chaves. Cuba castrista nunca foi tão igual a ela mesma que no minguado Período Especial — especial porque não recebia ajuda externa.

Sempre que surgem boas perspectivas nas relações entre EUA e Cuba, Fidel se destempera. Foi o caso da derrubada das duas avionetas Cessna C-337 dos Hermanos al Rescate pelos caças MiG-29 da Fuerza Aérea cubana no dia 24 de fevereiro de 1996. Na época, Peter Tarnoff, secretário de estado do governo Bill Clinton e Ricardo Alarcon, presidente da Assembleia cubana, estavam, secretamente, em estágio avançado de um acordo permitindo a volta refugiados cubanos de Guantanamo para Flórida. Os americanos interceptariam também os balseros e os devolveria ao governo cubano a condição que não fossem punidos pelo regime castrista. O incidente com as avionetas interrompeu os acordos.

Por Antonio Ribeiro/Paris

QUE VERGONHA!!!


sexta-feira, 17 de abril de 2009

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O LIVRO PROIBIDO

Enviado pelo meu amigo Gelço, sempre atento...
Vamos divulgar o Livro Proibido.



ESTÁ AÍ, PARA A "LEITURA DOS INOCENTES"...
O LIVRO PROIBIDO...



O LIVRO PROIBIDO...
O jornalista Ivo Patarra levou 'O Chefe' a duas editoras, que recusaram a publicação do livro.
O livro sobre as falcatruas do Lula, que foi proibido, está disponível para leitura na Internet.
DIVULGUEM ESTE LIVRO SEM RESTRIÇÃO PARA A LISTA DE E-MAILS... O livro que compila todos os escândalos do desastroso governo Lula, não conseguiu ser publicado!!! Todos se negaram a publicá-lo.
Assim sendo, seu autor resolveu colocá-lo na Internet à nossa disposição, para ler online ou baixar.
Acesse o site:

* www.escandalodomensalao.com.br *

Não deixe mesmo de ver esse site, nem que seja só para confirmar que ele existe.

Divulguem!
TRATA-SE SE UM DOCUMENTO HISTÓRICO.

A CARTA DO IRMÃO DE CELSO DANIEL

Do blog do Reinaldo Azevedo:

A CARTA DO IRMÃO DE CELSO DANIEL
Abaixo, uma carta aberta de Bruno José Daniel Filho, um dos irmãos de Celso Daniel. Só para constar: Bruno e sua mulher, Marilena Nakano, eram militantes do PT. Ao lado do irmão, integraram o grupo de fundadores do partido. Marilena foi secretária da Cultura da primeira gestão de Celso em Santo André, entre 1987 e 1990. Ameaçada de morte no Brasil, a família decidiu morar na França, onse se sente numa espécie de exílio. Segue a carta:
*
Hoje, 16 de abril, Celso Daniel, meu irmão, estaria completando 58 anos de vida. Como todos sabem, foi seqüestrado, torturado e assassinado há mais de sete anos quando era prefeito de Santo André e coordenava a elaboração do programa de governo do então candidato à presidência da república Luis Inácio Lula da Silva. Sérgio Gomes da Silva, que o acompanhava no momento do seqüestro, foi denunciado pelo Ministério Público como mandante desse crime. Foi preso por um pequeno período, mas responde em liberdade, após obter habeas corpus do Supremo Tribunal Federal, sob a alegação de que não representa perigo para a sociedade.

Apesar de todas as evidências colhidas pelo MP que mostraram que o crime foi planejado e que há pelo menos um mandante, o Poder Judiciário ainda sequer decidiu se o julgamento deve ir a júri popular porque, segundo informações que obtivemos do MP, a última das testemunhas arroladas pela defesa de « Sombra » (conforme Sérgio é chamado pela imprensa e era conhecido nos meios petistas) ainda não foi ouvida, pois nunca é encontrada. Parece-nos que expedientes como esse e tantos outros são usados para que as tramitações legais se alonguem no tempo, de modo a tornar mais difícil sua solução.

Inúmeros outros assassinatos que ganharam amplo espaço na imprensa já foram resolvidos ou a justiça já se posicionou quanto ao encaminhamento a ser dado. Como explicar que no « caso Isabella », de cinco anos, morta em 2008 ao cair do apartamento onde residia, seu pai e sua madrasta já tenham ido a júri popular e até hoje o processo de Celso segue sem essa decisão após mais de 7 anos ? Como explicar que o promotor Igor Ferreira, 3 anos após ter tirado a vida de sua esposa já tenha sido julgado e condenado e o caso de Celso segue ainda sem resposta da justiça ? Como explicar que no crime de que foi acusado o promotor Thales Ferri Schoedl a decisão final tenha sido tomada em menos de 4 anos e os indiciados pelo crime contra Celso ainda sequer tenham ido a júri popular ? Como explicar que o jornalista Pimenta Neves tenha sido condenado em primeira instância após 6 anos pela morte de sua namorada, a jornalista Sandra Gomide, e o assassinato de Celso ainda se encontra em fase de arguição de testemunhas pelo juiz?

Poderíamos citar outros crimes, mas esses já são exemplares para afirmar : há algo de estranho que impede que o julgamento dos responsáveis por seu seqüestro, tortura e assassinato não seja solucionado. Quais são as razões dessa morosidade ? Quais são as pessoas e instituições que têm interesse no sentido de que nada seja resolvido ?

Não cabe a mim julgar os indiciados, mas cabe a mim denunciar esta morosidade. Além disso tenho o direito de apontar problemas de procedimentos correntes na justiça brasileira. Por exemplo, procedimentos que impedem o juiz de tomar a decisão se o processo relativo ao assassinato de meu irmão, passados mais de 7 anos de sua morte, vai ou não a júri popular enquanto não for ouvida a última testemunha de defesa de Sérgio Gomes da Silva.

Que país é o nosso em que pessoas já condenadas em primeira instância podem ficar soltas até que todos os recursos nas demais instâncias sejam analisados enquanto nós, minha família e eu, tivemos que deixar o país em 2006 em função de intimidações, perseguições e ameaças que sofremos e depois de terem ocorrido oito mortes relacionadas à morte do Celso ? Se é justo que um julgamento tenha que chegar a seu fim para que haja punições, é justo que os procedimentos legais possam se alongar quase que indefinidamente ?

Para aqueles que esperam que eu me cale, apesar da condição de exílio que hoje vivo, outorgado pelo Estado francês, uma vida que tem um lado amargo porque fico distante de meu país e sou impedido de ver amigos e parentes, quero dizer que o presente que tenho a dar ao meu irmão em cada um de seus aniversários é e será a minha luta, mesmo à distãncia, pelo aperfeiçaomento das nossas instituições através de nossas reivindicações de punição aos culpados pela morte de Celso e de mudanças ligadas às causas que lhe deram origem.

Como aceitar que Donizeti Braga, que teria tido seu celular rastreado na região do cativeiro de meu irmão, tenha direito a foro especial no processo de investigação pelo único fato de ser deputado estadual ? Como aceitar que o « Sombra » responda em liberdade por decisão da mais importante instância do Judiciário brasileiro enquanto somos obrigados a viver exilados ? Como aceitar que a lentidão de recursos interpostos possam retardar durante anos e anos a punição de criminosos, agora que o STF decidiu que a prisão de um condenado só pode ocorrer quando julgados todos os recursos ?

Sabemos que contamos com a solidariedade e apoio de muitos que lutam e também desejam que o Brasil seja um país mais democrático e menos injusto. Que esta carta ajude neste sentido e contribua para que o caso seja equacionado o mais rápido possível.

Bruno José Daniel Filho
França, 16 de abril de 2009

domingo, 12 de abril de 2009

ÚLTIMA AULA

Discurso do paraninfo da turma de formandos da Escola de Engenharia
do Rio de Janeiro- UERJ



ÚLTIMA AULA - Weber Figueiredo fala sobre a construção do Brasil.



O professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Weber
Figueiredo, deu uma última aula para seus ex-alunos. Diante de uma
platéia de formandos, acompanhados de seus pais, o professor paraninfo da
turma discursou sobre o Brasil. A aula datada do dia 13 de agosto, no
auditório da UERJ, está sendo repassada pela Internet para engenheiros e
estudantes por causa de sua qualidade.


Leia o que disse Weber Figueiredo:



"Ilustríssimos Colegas da Mesa, Senhor Presidente, meus queridos
Alunos,Senhoras e Senhores. Para mim é um privilégio ter sido escolhido
paraninfo desta turma. Esta é como se fôra a última aula do curso. O último
encontro, que já deixa saudades. Um momento festivo, mas também de reflexão.
Se eu fosse escolhido paraninfo de uma turma de direito, talvez eu falasse
da importância do advogado que defende a justiça e não apenas o réu.
Se eu fosse escolhido paraninfo de uma turma de medicina, talvez eu falasse
da importância do médico que coloca o amor ao próximo acima dos seus lucros
profissionais.
Mas, como sou paraninfo de uma turma de engenheiros, vou falar da
importância do engenheiro para o desenvolvimento do Brasil.

Para começar, vamos falar de bananas e do doce de banana, que eu vou
chamar de bananada especial, inventada (ou projetada) pela nossa vovozinha
lá em casa, depois que várias receitas prontas não deram certo.
É isso mesmo.
Para entendermos a importância do engenheiro vamos falar de bananas,
bananadas e vovó. A banana é um recurso natural, que não sofreu nenhuma
transformação.
A bananada é = a banana + outros ingredientes + a energia térmica fornecida
pelo fogão + o trabalho da vovó e + o conhecimento, ou tecnologia da vovó.
A bananada é um produto pronto, que eu vou chamar de riqueza. E a
vovó?
Bem a vovó é a dona do conhecimento, uma espécie de engenheira da
culinária. Agora, vamos supor que a banana e a bananada sejam vendidas. Um
quilo de banana custa um real. Já um quilo da bananada custa cinco reais.
Por que essa diferença de preços? Porque quando nós colhemos um
cacho de bananas na bananeira, criamos apenas um emprego: o de colhedor de
bananas. Agora, quando a vovó, ou a indústria, faz a bananada, ela cria
empregos na indústria do açúcar, da cana-de-açúcar, do gás de cozinha, na
indústria de fogões, de panelas, de colheres e até na de embalagens, porque
tudo isto é necessário para se fabricar a bananada. Resumindo, 1kg de
bananada é mais caro do que 1kg de banana porque a bananada é igual banana
mais tecnologia agregada, e a sua fabricação criou mais empregos do que
simplesmente colher o cacho de bananas da bananeira.
Agora vamos falar de outro exemplo que acontece no dia-a-dia no
comércio mundial de mercadorias. Em média: 1kg de soja custa US$ 0,10 (dez
centavos de dólar), 1kg de automóvel custa US$ 10, isto é, 100 vezes mais,
1kg de aparelho eletrônico custa US$ 100, 1kg de avião custa US$1.000 (10mil
quilos de soja) e 1kg de satélite custa US$ 50.000.
Vejam, quanto mais tecnologia agregada tem um produto, maior é o seu preço,
mais empregos foram gerados na sua fabricação.
Os países ricos sabem disso muito bem. Eles investem na pesquisa
científica e tecnológica. Por exemplo: eles nos vendem uma placa de
computador que pesa 100 g por US$ 250. Para pagarmos esta plaquinha
eletrônica, o Brasil precisa exportar 20 toneladas de minério de ferro.

A fabricação de placas de computador criou milhares de bons empregos
lá no estrangeiro, enquanto que a extração do minério de ferro, cria
pouquíssimos e péssimos empregos aqui no Brasil.
O Japão é pobre em recursos naturais, mas é um país rico. O Brasil é
rico em energia e recursos naturais, mas é um país pobre. Os países ricos,
são ricos materialmente porque eles produzem riquezas. Riqueza vem de rico.
Pobreza vem de pobre. País pobre é aquele que não consegue produzir
riquezas para o seu povo. Se conseguisse, não seria pobre, seria país rico.
Gostaria de deixar bem claro três coisas:
1º) quando me refiro à palavra riqueza, não estou me referindo a
jóias nem a supérfluos. Estou me referindo àqueles bens necessários para que
o ser humano viva com um mínimo de dignidade e conforto;
2º) não estou defendendo o consumismo materialista como uma forma de vida,
muito pelo contrário; e
3º) acho abominável aqueles que colocam os valores das riquezas
materiais acima dos valores da riqueza interior do ser humano. Existem
nações que são ricas, mas que agem de forma extremamente pobre e desumana em
relação a outros povos.
Creio que agora posso falar do ponto principal. Para que o nosso Brasil
torne-se um País rico, com o seu povo vivendo com dignidade, temos
que produzir mais riquezas.
Para tal, precisamos de conhecimento, ou tecnologia, já que temos abundância
de recursos naturais e energia.
E quem desenvolve tecnologias são os cientistas e os engenheiros,
como estes jovens que estão se formando hoje. Infelizmente, o Brasil é muito
dependente da tecnologia externa.
Quando fabricamos bens com alta tecnologia, fazemos apenas a parte
final da produção.
Por exemplo: o Brasil produz 5 milhões de televisores por ano e
nenhum brasileiro projeta televisor. O miolo da TV, do telefone celular e
de todos os aparelhos eletrônicos, é todo importado. Somos meros montadores
de kits eletrônicos.
Casos semelhantes também acontecem na indústria mecânica, de
remédios e, incrível, até na de alimentos.
O Brasil entra com a mão-de-obra barata e os recursos naturais. Os projetos,
a tecnologia, o chamado pulo do gato, ficam no estrangeiro, com os
verdadeiros donos do negócio. Resta ao Brasil lidar com as chamadas caixas
pretas.
É importante compreendermos que os donos dos projetos tecnológicos
são os donos das decisões econômicas, são os donos do dinheiro, são os
donos das riquezas do mundo. Assim como as águas dos rios correm para o mar,
as riquezas do mundo correm em direção aos países detentores das tecnologias
avançadas.
A dependência científica e tecnológica acarretou para nós
brasileiros a pendência econômica, política e cultural.
Não podemos admitir a continuação da situação esdrúxula, onde 70% do
PIB brasileiro é controlado por não residentes.
Ninguém pode progredir entregando o seu talão de cheques e a chave de sua
casa para o vizinho fazer o que bem entender.
Eu tenho a convicção que desenvolvimento científico e tecnológico
aqui no Brasil garantirá aos brasileiros a soberania das decisões
econômicas, políticas e culturais.
Garantirá trocas mais justas no comércio exterior.
Garantirá a criação de mais e melhores empregos.
E, se toda a produção de riquezas for bem distribuída, teremos a erradicação
dos graves problemas sociais.
O curso de engenharia da UERJ, com todas as suas possíveis
deficiências, visa a formar engenheiros capazes de desenvolver tecnologias.
É o chamado engenheiro de concepção, ou engenheiro de projetos.
Infelizmente, o mercado desnacionalizado nem sempre aproveita todo
este potencial científico dos nossos engenheiros.
Nós, professores, não podemos nos curvar às deformações do mercado.
Temos que continuar formando engenheiros com conhecimentos iguais
aos melhores do mundo. Eu posso garantir a todos os presentes,
principalmente aos pais, que qualquer um destes formandos é tão ou mais
inteligente do que qualquer engenheiro americano, japonês ou alemão.
Os meus trinta anos de magistério, lecionando desde o antigo ginásio
até a universidade, me dá autoridade para afirmar que o brasileiro não é
inferior a ninguém, pelo contrário, dizem até que somos muito mais criativos
do que os habitantes do chamado primeiro mundo.

O que me revolta, como professor cidadão, é ver que as decisões
políticas tomadas por pessoas despreparadas ou corruptas são responsáveis
pela queima e destruição de inteligências brasileiras que poderiam, com o
conhecimento apropriado, transformar o nosso Brasil num país florescente,
próspero e socialmente justo.
Acredito que o mundo ideal seja aquele totalmente globalizado, mas uma
globalização que inclua a democratização das decisões e a distribuição justa
do trabalho e das riquezas.
Infelizmente, isto ainda está longe de acontecer, até por limitações
físicas da própria natureza. Assim, quem pensa que a solução para os nossos
problemas virá lá de fora, está muito enganado.

O dia que um presidente da República, ao invés de ficar passeando como
um dândi pelos palácios do primeiro mundo, resolver liderar um
autêntico projeto de desenvolvimento nacional, certamente o Brasil vai
precisar, em todas as áreas, de pessoas bem preparadas.
Só assim seremos capazes de caminhar com autonomia e tomar decisões
que beneficiem verdadeiramente a sociedade brasileira. Será a construção
de um Brasil realmente moderno, mais justo, inserido de forma soberana na
economia mundial e não como um reles fornecedor de recursos naturais e
mão-de-obra aviltada.
Quando isto ocorrer, e eu espero que seja em breve, o nosso País
poderá aproveitar de forma muito mais eficaz a inteligência e o preparo
intelectual dos brasileiros e, em particular, de todos vocês, meus queridos
alunos, porque vocês já foram testados e aprovados.
Finalmente, gostaria de parabenizar a todos os pais pela contribuição
positiva que deram à nossa sociedade possibilitando a formação dos
seus filhos no curso de engenharia da UERJ. A alegria dos senhores, também é
a nossa alegria.



Muito Obrigado."
A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio | Martin Luther King

sábado, 11 de abril de 2009

Não é chique?
Convidado, o Brasil aceitou integrar o grupo de países que financia as operações do FMI.

São membros do FMI 185 nações. Apenas 47 integram o grupo de credores. O Brasil será o 48º.


O Tesouro brasileiro vai colocar à disposição do Fundo US$ 4,5 bilhões.





O Brasil deixara o grupo de credores do FMI em 1982, quando começou a tomar dinheiro emprestado do Fundo.


Os US$ 4,5 bilhões disponibilizados agora nada tem a ver com o reforço que Lula compremetera-se a fazer na reunião do G-20.


A cota brasileira na vaguinha idealizada pelo G-20 para tonificar as arcas do FMI deve alçar a casa dos US$ 10 bilhões.


Somando-se uma coisa e outra, chega-se à cifra de US$ 14,5 bilhões.


“Não é chique?”, Lula deve estar perguntando aos seus botões. (Fonte: Blog do Josias).





Lula deve também achar chique as filas para atendimento no SUS, deve achar chique o estado das escolas públicas, deve achar chique a falta de segurança nossa, deve achar chique a merreca que recebemos do INSS.




Quanto bem faria ao povo brasileiro 14,5 bilhões de dólares.




Vejam que na notícia descobre-se a mentira do Apedeuta. Em 1982 o Brasil era credor do FMI. Portanto mente (não é novidade) o presidente ao afirmar que ele é o primeiro a contribuir para o FMI.


Postado por Laguardia às 16:30

P.S: E o esgoto correndo a céu aberto, no congresso no senado na presidência e nas ruas. Qual fede mais?

Simon sobre Collor

Repórter do Jornal do Comércio - "Senador, como o senhor vê o ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL) assumindo a Comissão de Infraestrutura do Senado e a presidencia da Comissão de Orçamento sendo indicado pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL)?

Senador Pedro Simon - "Com toda a corrupção que teve de um tempo para cá, o que encontramos no governo Collor deveria ter sido enviado para o juizado de pequenas causas".
.....................
De uma entrevista do senador Pedro Simon, ao repórter Guilherme Kolling, na edição de 30/03/2009 do Jornal do Comércio de Porto Alegre.

sábado, 4 de abril de 2009

LULA, O VIRA-LATA

04.04.2009
LULA, O VIRA-LATA
por Rodrigo Constantino
“A grande vaia é mil vezes mais forte, mais poderosa, mais nobre do que a grande apoteose; os admiradores corrompem.” (Nelson Rodrigues)

Era uma vez um vira-lata chamado Lula. Ele vivia catando resto de comida nos lixos, sempre alimentando um forte rancor dos cachorros que levavam uma vida mais confortável. Seu sonho era estar lá, vivendo como aqueles cães esnobes. “Um dia esses cachorros metidos ainda terão que se curvar diante de mim!”, ele sonhava. De bobo Lula não tinha nada, e logo ele percebeu que poderia atingir sua meta usando a quantidade de vira-latas a seu favor. Alguns cães ricos e conhecidos como “intelectuais”, sob um estranho sentimento de culpa apenas por terem nascidos mais favorecidos, encontraram em Lula a chance de se redimir de todos os “pecados”. Foi uma simbiose perfeita!

Enquanto os cães “intelectuais” pregavam que somente o “cão peão” Lula poderia fazer a tão esperada “justiça social”, o próprio Lula ia disseminando o ódio aos mais ricos entre seus colegas vira-latas. Todos os males do mundo eram culpa desses “ricos”. Se os vira-latas tinham que procurar resto de comida nos lixos, era porque os ricos tinham comida boa todo dia. O ressentimento, somado à ignorância, era o grande aliado de Lula. Por outro lado, sua retórica conquistou tantos adeptos que os cães mais ricos se viram na necessidade de contemporizar. Eles tentaram atrair Lula para seu lado, o que não foi muito difícil. Afinal, Lula sempre gostara da dolce vita dos mais ricos. Bastava oferecer algumas regalias, que Lula seria seduzido facilmente. Ele não teria remorso algum de usar seus seguidores como massa de manobra. As bravatas eram apenas um meio para chegar ao poder.

Mas os cachorros mais ricos subestimaram a sede de poder do vira-lata Lula. Ele queria mais que migalhas! Agora que tinha a mão, queria o braço todo. E sabia do poder que tinha com o domínio de todos os vira-latas. Restava apenas conquistar os cachorros da classe média, o que foi feito com a ajuda de um “marqueteiro”, que mudou a embalagem de Lula. Corte no pêlo, unhas aparadas, latido mais manso, e o poder estava em suas patas. Uma vez no cargo máximo da política dos cães, todo o ressentimento de antes veio à tona, e o vira-lata quis viver como os reis que invejava. Tecidos importados do Egito, carros oficiais para bichos de estimação, tudo que um rei tem direito e mais um pouco. A República do Vira-Lata custaria mais caro para os pagadores de impostos do que muita monarquia de país rico. Era preciso recuperar o tempo perdido na miséria. E tinham muitos camaradas vira-latas para alimentar.

Só que isso não foi suficiente. A vaidade de Lula parecia mesmo infinita. Restava uma conquista especial: a adulação dos realmente poderosos, os cães que dominavam o baralho mundial. Esses sempre foram usados por Lula como bodes expiatórios para tudo. Um dramaturgo chegou a cunhar o termo “complexo de vira-lata”, justamente porque esses cachorros sempre estavam desmerecendo tudo que era proveniente de sua terra, enquanto mantinham uma secreta admiração pelo que vinha de fora. Era uma mistura freudiana de amor e ódio, onde o Tio Sam assume a figura do pai que deve ser morto para libertar seus filhos. Os vira-latas sempre babaram de raiva dos cães “estadunidenses”, mas no fundo desejavam ser como eles, ter tudo que eles tinham. Bastava um elogio do líder desses cães para que os vira-latas se derretessem em vaidade.

E foi nessa hora que surgiu em cena um tal de Obama, poderoso líder dos cães mais ricos do planeta. Em um evento global, reunindo os poderosos governantes do mundo, Obama fez um elogio público ao vira-lata Lula, que ficou mais feliz que pinto no lixo. O rabo não parava de abanar, e a euforia era nítida demais para ser contida. Um simples elogio, e seu efeito era mais poderoso que qualquer entorpecente. “Nunca antes na história desse país”, repetiam os seguidores de Lula, ignorando que um ex-líder americano fizera um grande elogio por escrito, em sua autobiografia, ao ex-líder dos vira-latas. Mas quem vai estragar o prazer dos vira-latas? Trata-se de um momento único para eles. O regozijo é total.

Nota-se que muito pouco é suficiente, de fato, para agradar um cão muito vaidoso. Basta que o mais poderoso cão do mundo, cujo cargo antes fora alvo de infindáveis ataques por parte dos vira-latas, faça um único elogio, diga “esse é meu cãozinho!”. Depois disso, qualquer comando será obedecido. Obama pode jogar um osso e gritar: “Lula, pega!”, e o complexo de vira-lata garantirá um resultado extraordinário. Afinal, como disse Norman Vincent, “o mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvos pela crítica”. Isso é verdade em dobro quando se trata de um vira-lata extremamente vaidoso.

PS: O filósofo Adam Smith, em Teoria dos Sentimentos Morais, tinha algo importante a dizer sobre isso tudo: “Nas cortes de príncipes, nos salões dos grandes, onde sucesso e privilégios dependem, não da estima de inteligentes e bem informados iguais, mas do favor fantasioso e tolo de presunçosos e arrogantes superiores ignorantes; a adulação e falsidade muito freqüentemente prevalecem sobre mérito e habilidades. Em tais círculos sociais, as habilidades em agradar são mais consideradas do que as habilidades em servir”.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A caminho dos 99,9999995%

Não conheço o autor, mas repasso pela contundência do texto. E longo mas,imperdível!


Recebi, a mensagem abaixo atribuida ao Eng. Gilberto Geraldo Garbi / ELE66.
Gilberto Geraldo Garbi, para aqueles que não o conheceram, foi um dos alunos classificados a seu tempo como UM DOS MELHORES ALUNOS DE MATEMÁTICA que já haviam adentrado o ITA, entre outras honrarias que recebeu no ITA.
Depois de graduado, desenvolveu carreira na TELEPAR, onde chegou a Diretor Técnico e Diretor Presidente, sendo depois Presidente da TELEBRAS
Não sei se o artigo é REALMENTE dele, mas em qualquer caso eu o ENDOSSO e somo os meus 0,0000005% aos dele.

A CAMINHO DOS 99,9999995%


Há poucos dias, a imprensa anunciou amplamente que, segundo as últimas pesquisas de opinião, Lula bateu de novo seus recordes anteriores de popularidade e chegou a 84% de avaliação positiva. É, realmente, algo "nunca antes visto nesse país" e eu fiquei me perguntando o que poderemos esperar das próximas consultas populares.

Lembro-me de que quando Lula chegou aos 70% achei que ele jamais bateria Hitler, a quem, em seu auge, a cultíssima Alemanha chegara a conceder 82% de aprovação.

Mas eu estava enganado: nosso operário-presidente já deixou para trás o psicopata de bigodinho e hoje só deve estar perdendo para Fidel Castro e para aquele tiranete caricato da Coreia do Norte, cujo nome jamais me interessei em guardar. Mas Lula tem uma vantagem sobre os dois ditadores: aqui as pesquisas refletem verdadeiramente o que o povo pensa, enquanto em Cuba e na Coreia do Norte as pesquisas de opinião lembram o que se dizia dos plebiscitos portugueses durante a ditadura lusitana: SIM, Salazar fica; NÃO, Salazar não sai; brancos e nulos sendo contados a favor do governo...(Quem nunca ouviu falar em Salazar, por favor, pergunte a um parente com mais de 60).

Portanto, a popularidade de Lula ainda "tem espaço" para crescer, para empregar essa expressão surrada e pedante, mas adorada pelos economistas. E faltam apenas cerca de 16% para que Lula possa, com suas habituais presunção e imodéstia, anunciar ao mundo que obteve a unanimidade dos brasileiros em torno de seu nome, superando até Jesus Cristo ou outras celebridades menores que jamais conseguiram livrar-se de alguma oposição...

Sim, faltam apenas 16% mas eu tenho uma péssima notícia a dar a seu hipertrofiado ego: pode tirar o cavalinho da chuva, cumpanhero, porque de 99,9999995% você não passa.

Como você não é muito chegado em Aritmética, exceto nos cálculos rudimentares dos percentuais sobre os orçamentos dos ministérios que você entrega aos partidos que constituem sua base de sustentação no Congresso, explico melhor: o Brasil tem 200.000.000 de habitantes, um dos quais sou eu. Represento, portanto, 1 em 200.000.000, ou seja, 0,0000005% enquanto os demais brasileiros totalizam os restantes 99,9999995%. Esses, talvez, você possa conquistar, em todo ou em parte. Mas meus humildes 0,0000005% você jamais terá porque não há força neste ou em outros mundos, nem todo o dinheiro com que você tem comprado votos e apoios nos aterros sanitários da política brasileira, não há, repito, força capaz de mudar minha convicção de que você foi o pior dentre todos os presidentes que tive a infelicidade de ver comandando o Brasil em meus 65 anos de vida.

E minha convicção fundamenta-se em um fato simples: desde minha adolescência, quando comecei a me dar conta das desgraças brasileiras e a identificar suas causas, convenci-me de que na raiz de tudo está a mentalidade dominante no Brasil, essa mentalidade dos que valorizam a esperteza e o sucesso a qualquer custo; dos que detestam o trabalho e o estudo; dos que buscam o acesso ao patrimônio público para proveito pessoal; dos que almejam os cabides de emprego, as sinecuras e os cargos fantasmas; dos que criam infindáveis dinastias nepotistas nos órgãos públicos; dos que desprezam a justiça desde que a injustiça lhes seja vantajosa; dos que só reclamam dos privilégios por não estar incluídos entre os privilegiados; dos que enriquecem através dos negócios sujos com o Estado; dos que vendem seus votos por uma camiseta, um sanduíche ou, como agora, uma bolsa família; dos que são de tal forma ignorantes e alienados que se deixam iludir pelas prostitutas da política e beijam-lhes as mãos por receber de volta algumas migalhas do muito que lhes vem sendo roubado desde as origens dos tempos; dos que são incapazes de discernir, comover-se e indignar-se diante de infâmias.

Antes e depois de mim, muitos outros brasileiros, incomparavelmente melhores e mais lúcidos, chegaram à mesma conclusão e, embora sejamos minoria, sinto-me feliz e honrado por estar ao lado de Rui Barbosa. Já ouviu falar nele? Como você nunca lê, eu quase iria sugerir-lhe que pedisse a algum de seus incontáveis assessores que lhe falasse alguma coisa sobre a Oração aos Moços... Mas, esqueça... Se você souber o que ele, em 1922, disse de políticos como você e dos que fazem parte de sua base de sustentação, terá azia até o final da vida.

Pense a maioria o que quiser, diga a maioria o que disser, não mudarei minha convicção de que este País só deixará de ser o que é - uma terra onde as riquezas produzidas pelo suor da parte honesta e trabalhadora é saqueada pelos parasitas do Estado e pelos ladrões privados eternamente impunes - quando a mentalidade da população e de seus representantes for profundamente mudada.

Mudada pela educação, pela perseverança, pela punição aos maus, pela recompensa aos bons, pelo exemplo dos governantes.

E você Lula, teve uma oportunidade única de dar início à mudança dessa mentalidade, embalado que estava com uma vitória popular que poderia fazer com que o Congresso se curvasse diante de sua autoridade moral, se você a tivesse.

Você teve a oportunidade de tornar-se nossa tão esperada âncora moral, esta sim, nunca antes vista nesse País.

Mas não, você preferiu o caminho mais fácil e batido das práticas populistas e coronelistas de sempre, da compra de tudo e de todos.

Infelizmente para o Brasil, mas felizmente para os objetivos pessoais seus e de seu grupo, você estava certo: para que se esforçar, escorado apenas em princípios de decência, se muito mais rápido e eficiente é comprar o que for necessário, nessa terra onde quase tudo está à venda?

Eu não o considero inteligente, no nobre sentido da palavra, porque uma pessoa verdadeiramente inteligente, depois de chegar aonde você chegou, partindo de onde você partiu, não chafurdaria nesse lamaçal em que você e sua malta alegremente surfam, nem se entregaria a seu permanente êxtase de vaidade e autoidolatria.

Mas reconheço em você uma esperteza excepcional: nunca antes nesse País um presidente explorou tão bem, em proveito próprio e de seu bando, as piores qualidades da massa brasileira e de seus representantes.

Esse é seu legado maior, e de longa duração: o de haver escancarado a lúgubre realidade de que o Brasil continua o mesmo que Darwin encontrou quando passou por essas plagas em 1832 e anotou em seu diário: "Aqui todos são subornáveis".

Você destruiu as ilusões de quem achava que havíamos evoluído em nossa mentalidade e matou as esperanças dos que ainda acreditavam poder ver um Brasil decente antes de morrer.

Você não inventou a corrupção brasileira, mas fez dela um maquiavélico instrumento de poder, tornando-a generalizada e fazendo-a permear até os últimos níveis da Administração.

O Brasil, sob você, vive um quadro que em medicina se chamaria de septicemia corruptiva.

Peça ao Marco Aurélio para lhe explicar o que é isso.

Você é o sonho de consumo da banda podre desse País, o exemplo que os funcionários corruptos do Brasil sempre esperaram para poder dar, sem temores, plena vazão a seus instintos.

Você faz da mentira e da demagogia seu principal veículo de comunicação com a massa.

A propósito, o que é que você sente, todos os dias, ao olhar-se no espelho e lembrar-se do que diz nos palanques?

Você sente orgulho em subestimar a inteligência da maioria e ver que vale a pena?

Você mentiu quando disse haver recebido como herança maldita a política econômica de seu antecessor, a mesma política que você manteve integralmente e que fez a economia brasileira prosperar.

Você mentiu ao dizer que não sabia do Mensalão

Mentiu quando disse que seu filho enriqueceu através do trabalho

Mentiu sobre os milhões que a Ong 13, de sua filha, recebeu sem prestar contas

Mentiu ao afastar Dirceu, Palocci, Gushiken e outros cumpanheros pegos em flagrante

Mente quando, para cada platéia, fala coisas diferentes, escolhidas sob medida para agradá-las

Mentiu, mente e mentirá em qualquer situação que lhe convenha.

Por falar em Ongs, você comprou a esquerda festiva, aquela que odeia o trabalho e vive do trabalho de outros, dando-lhe bilhões de reais através de Ongs que nada fazem, a não ser refestelar-se em dinheiro público, viajar, acampar, discursar contra os exploradores do povo e desperdiçar os recursos que tanta falta fazem aos hospitais.

Você não moveu uma palha, em seis anos de presidência, para modificar as leis odiosas que protegem criminosos de todos os tipos neste País sedento de Justiça e encharcado pelas lágrimas dos familiares de tantas vítimas.

Jamais sua base no Congresso preocupou-se em fechar ao menos as mais gritantes brechas legais pelas quais os criminosos endinheirados conseguem sempre permanecer impunes, rindo-se de todos nós.

Ao contrário, o Supremo, onde você tem grande influência, por haver indicado um bom número de Ministros, acaba de julgar que mesmo os condenados em segunda instância podem permanecer em liberdade, até que todas as apelações, recursos e embargos sejam julgados, o que, no Brasil, leva décadas.

Isso significa, em poucas palavras, que os criminosos com dinheiro suficiente para pagar os famosos e caros criminalistas brasileiros podem dormir sossegados, porque jamais irão para a cadeia.

Estivesse o Supremo julgando algo que interessasse a seu grupo ou a suas inclinações ideológicas, certamente você teria se empenhado de corpo e alma.

Aliás, Lula, você nunca teve ideais, apenas ambições.

Você jamais foi inspirado por qualquer anseio de Justiça. Todas as suas ações, ao longo da vida, foram motivadas por rancores, invejas, sede pessoal de poder e irrefreável necessidade de ser adorado e ter seu ego adulado.

Seu desprezo por aquilo que as pessoas honradas consideram Justiça manifesta-se o tempo todo: quando você celeremente despachou para Cuba alguns pobres desertores que aqui buscavam a liberdade; quando você deu asilo a assassinos terroristas da esquerda radical; quando você se aliou à escória do Congresso, aquela mesma contra quem você vociferava no passado; quando concedeu aumentos nababescos a categorias de funcionários públicos já regiamente pagos, às custas dos impostos arrancados do couro de quem trabalha arduamente e ganha pouco; quando você aumentou abusivamente as despesas de custeio, sabendo que pouquíssimo da arrecadação sobraria para os investimentos de que tanto carece a população; quando você despreza o mérito e privilegia o compadrio e o populismo; e vai por aí... Justiça, ora a Justiça, é o que você pensa...

Você tem dividido a nação, jogando regiões contra regiões, classes contra classes e raças contra raças, para tirar proveito das desavenças que fomenta.

Aliás, se você estivesse realmente interessado, como deveria, em dar aos pobres, negros e outros excluídos as mesmas oportunidades que têm os filhos dos ricos, teria se empenhado a fundo na melhoria da saúde e do ensino públicos.

Mas você, no íntimo, despreza o ensino, a educação e a cultura, porque conseguiu tudo o que queria, mesmo sendo inculto e vulgar. Além disso, melhorar a educação toma um tempo enorme e dá muito trabalho, não é mesmo?

E se há coisa que você e o Partido dos Trabalhadores definitivamente detestam é o trabalho: então, muito mais fácil é o atalho das cotas, mesmo que elas criem hostilidades entres as cores, que seus critérios sejam burlados o tempo todo e que filhos de negros milionários possam valer-se delas.

A Imprensa faz-lhe pouca oposição porque você a calou, manipulando as verbas publicitárias, pressionando-a economicamente e perseguindo jornalistas.

O que houve entre o BNDES e as redes de televisão?

O que você mandou fazer a Arnaldo Jabor, a Boris Casoy, a Salete Lemos?

Essa técnica de comprar ou perseguir é muito eficaz. Pablo Escobar usou-a com muito sucesso na Colômbia, quando dava a seus eventuais opositores as opções: "O plata, o plomo". Peça ao Marco Aurélio para traduzir. Ele fala bem o Espanhol.

Você pode desdenhar tudo aquilo que aqui foi dito, como desdenha a todos que não o bajulem.

Afinal, se você não é o maior estadista do planeta, se seu governo não é maravilhoso, como explicar tamanha popularidade?

É fácil: políticos, sindicatos, imprensa, ONGs, movimentos sociais, funcionários públicos, miseráveis, você comprou com dinheiro, bolsas, cotas, cargos e medidas demagógicas.

Muita gente que trabalha, mas desconhece o que se passa nas entranhas de seu governo, satisfez-se com o pouco mais de dinheiro que passou a ganhar, em consequência do modesto crescimento econômico que foi plantado anteriormente, mas que caiu em seu colo.

Tudo, então, pode se resumir ao dinheiro e grande parte da população parece estar disposta a ignorar os princípios da honradez e da honestidade e a relevar as mentiras, a corrupção, os desperdícios, os abusos e as injustiças que marcam seu governo em troca do prato de lentilhas da melhoria econômica.

É esse, em síntese, o triste retrato do Brasil de hoje... E, como se diz na França, "l´argent n´est tout que dans les siècles où les hommes ne sont rien". Você não entendeu, não é mesmo? Então pergunte à Marta. Ela adora Paris e há um bom tempo estamos sustentando seu gigolô franco-argentino...

Gilberto Geraldo Garbi



Postado por Laguardia