sábado, 14 de novembro de 2009

Quanta inteligência! É de dar medo.

“Se o mundo fosse quadrado ou retangular e a gente soubesse que o nosso território está 14 mil quilômetros de distância dos centros mais poluidores, torce pra ficar só lá. Mas o mundo gira e a gente também passa lá embaixo onde está mais poluído”.

Lula, pronto para incluir no PAC a escavação, com as sondas do pré-sal, de um túnel na vertical que ligue o Brasil ao Japão lá embaixo, e levantando uma hipótese que permitiria a instalação de grades redondas nas celas das cadeias, o que livraria a companheirada do medo de ver o sol nascer quadrado.

“Tem uma coisa que nós humanos temos um problema imenso: não controlamos chuva, vento e raio. Talvez um dia, né?”.

Dilma Rousseff, avisando que está em fase de montagem o PAC do Tempo, que já incluiu a garoa da caatinga, a neve do semiárido, a transposição para a Venezuela da um afluente transposto do São Francisco e a proibição de raios, relâmpagos e trovões na região de Itaipu.

Tempestade na cabeça (2)




“A gente não sabe o tamanho do vento, o tamanho da chuva. Sabe que, quando vem, tudo que a gente bolou, escafedeu-se”.

Lula, que não sabe o tamanho da tempestade que continua a castigar-lhe a cabeça e, por isso mesmo, não sabe que é hora de escafeder-se por alguns dias.



Tempestade na cabeça




“Eu já disse várias vezes: Freud dizia que tem algumas coisas que a humanidade não controlaria. Uma delas eram as intempéries. Dá um terremoto, o Japão faz casa de borracha, faz casa de papel, aqui no Brasil faz piscinão, piscininha”.

Lula, depois do almoço desta quinta-feira, mostrando que a tempestade que provocou o apagão deslocou-se para Brasília e, no momento, afeta fortemente a cabeça do chefe de governo.

Augusto Nunes

0 comentários:

Postar um comentário