quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

GREVE: Caminhoneiros travam rodovias entre Nova Mutum e Lucas do Rio Verde-MT, em Capitão Leônidas Marques-PR e em Vilhena-RO

Protesto bloqueia BR-163 em MT em período de colheita da soja

Por Gustavo Bonato
SÃO PAULO (Reuters) - Empresários do setor de transportes e caminhoneiros protestam nesta quarta-feira contra os preços dos combustíveis e margens apertadas no frete, interrompendo o fluxo de caminhões em dois pontos da BR-163, principal rota de escoamento de grãos de Mato Grosso, num momento em que o trabalho de colheita da nova safra se intensifica.
O tráfego de cargas foi bloqueado por algumas horas pela manhã em Lucas do Rio Verde e Nova Mutum, no médio-norte mato-grossense, e novamente interrompido à tarde informou a concessionária Rota do Oeste, divisão da Odebrecht Transport.
Os manifestantes prometem novas paralisações na quinta-feira, das 8h às 11h e das 13h às 19h, proibindo a passagem de caminhões, mas sem afetar o fluxo de carros de passeio, ônibus e veículos de emergência.
"Se não houver conversas (com o governo do Estado) a partir de sexta, não terá mais janelas de liberação", disse à Reuters um dos líderes do movimento, Gilson Pelicioni, dono de uma transportadora e vereador em Lucas do Rio Verde.
Segundo ele, empresários dos municípios de Sorriso e Sinop, no norte de Mato Grosso, também devem realizar bloqueios semelhantes na BR-163.
A rodovia é a principal rota de escoamento de grãos de Mato Grosso. Por ela devem passar mais de 19 milhões de toneladas de soja no primeiro semestre, ou 70 por cento da safra do Estado, pelos cálculos da concessionária.
Os produtores de Mato Grosso colheram até semana passada um quinto das lavouras de soja plantadas na safra 2014/15, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O escoamento da safra pelas rodovias já começou, mas deve ter seu auge a partir de março.
"Nossa pretensão é fazer com que diminua o carregamento de soja para a exportação", disse Pelicioni.
A Aprosoja MT, associação que reúne produtores de grãos de Mato Grosso, disse por meio da assessoria de imprensa que ainda não tem registro de problemas no escoamento da safra e que monitora os protestos para avaliar eventual impacto.
PREÇOS E MARGENS
Os manifestantes reclamam do preço do diesel, que sofreu reajuste em 1º de fevereiro após um aumento de impostos pelo governo federal, apertando as margens no frete.
Um dos pedidos é que o governo estadual reduza a alíquota de ICMS cobrado no diesel e force empresas que contratam frete a seguir uma tabela de preços mínimos, que cubra os custos.
A Secretaria da Fazenda de Mato Grosso não se manifestou até o fechamento desta edição.
"Tivemos reajustes de combustíveis em pleno pico da safra. E esse reajuste não foi repassado para o preço do frete", disse o diretor-executivo da Associação dos Transportadores de Cargas do Mato Grosso (ATC), Miguel Mendes.
Segundo Mendes, o preço de frete para este momento de pico de escoamento da safra está 25 por cento abaixo do praticado na mesma época do ano passado.
Na avaliação da ATC, muitos empresários de outros setores e até profissionais liberais entraram no ramo de transporte de cargas ao longo de 2014, estimulados pelas baixas taxas de juros em linhas de financiamento do governo federal para caminhões. O aumento da oferta de caminhões é apontado como uma das causas estruturais dos problemas enfrentados pelas transportadoras.
(Por Gustavo Bonato)

De manhã: Caminhoneiros protestam contra reajuste de combustíveis na BR-163

Há registros de paralisação entre Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, em Capitão Leônidas Marques, no Paraná, e em Vilhena, Rondônia, na BR-364. O protesto é organizado por transportadoras e caminhoneiros. A BR-163 é uma das principais rotas de escoamento da safra de grãos brasileira. 
O presidente do Sindicato de Caminhoneiros de Tangará da Serra (MT), Edgar Laurini, informa que, por volta das 12h, cerca de 230 caminhões estavam parados no trecho de Nova Mutum e Lucas do Rio Verde. A previsão é de que até o final da tarde, os municípios de Sorriso e Sinop também sejam fechados, assim como Cuiabá e Rondonópolis, a partir de amanhã. Até sexta, dia 20, a paralisação pretende atingir todo o Estado do Mato Grosso. A BR-364 já está fechada há alguns dias, assim como a MT-358.
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Em Vilhena (RO), a mobilização acontece desde o dia 4 de fevereiro. Mais de 2 mil caminhões estão parados, em greve, no Estado, mas não há bloqueio nas estradas. 
Leia a reportagem na íntegra no site do Canal Rural 

Caminhoneiros trancam BR-163 no nortão de Mato Grosso

Em protesto contra o aumento do combustível, caminhoneiros bloqueiam nesta manhã trecho da BR-163 no nortão de Mato Grosso.
 
Conforme noticiado pelo CenárioMT na manhã de ontem, 17, vários empresários do setor de transportes, juntamente com produtores rurais e políticos de Lucas do Rio Verde se reuniram para definir um bloqueio que será iniciado hoje, a partir das 08h00 na rodovia BR-163 nas cidades de Lucas do Rio Verde e Nova Mutum. 
O protesto possui como pauta o aumento “abusivo” do preço do óleo diesel, querem que seja cumprida a Tabela do Sefaz (Secretária Fazendária do Estado), entre outras.
 
“Essa reivindicação não é nada fora do normal, se o governo não tomar uma atitude o país vai parar, pois precisamos dos transportes de cargas, mas os preços que estão sendo praticados simplesmente estão inviáveis para os transportadores” disse Gilson Baitaca,  vereador de Lucas do Rio Verde que preside a comissão que vai liderar o manifesto.
Leia a notícia na íntegra no site do Cenário MT

Mato Grosso tem BR-163 e BR-364 'fechadas' por empresários e caminhoneiros

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Mato Grosso tem quatro pontos de interdições nas BR-163, BR-364 e MT-358 em decorrência as manifestações dos empresários do setor de transporte de cargas e motoristas quanto ao preço ‘abusivo’ do óleo diesel e baixos preços praticados no frete, que chega a estar em média 25% menor que no ano passado. Empresários e caminhoneiros de Lucas do Rio Verde e Nova Mutum iniciaram nesta manhã de quarta-feira (18) o protesto. Apenas caminhões com cargas vivas, veículos de passeio, ônibus e ambulâncias estão liberados para passar.
Em Lucas do Rio Verde a BR-163 está bloqueada no Km 686 (perímetro urbano), enquanto em Nova Mutum no Km 593. Há bloqueio também em Tangará da Serra na MT-358, que completa nesta quarta-feira (18) 10 dias de pista fechada. Na semana passada em Campo Novo dos Parecis na BR-364, no anel viário da rodovia na saída para Diamantino, também foram registrados protestos da categoria.
Como o Agro Olhar já comentou o protesto dos empresários do setor de transporte rodoviário de cargas e dos caminhoneiros em Nova Mutum e Lucas do Rio Verde será das 8h às 11h e das 13h às 19h nesta quarta-feira (18) e quinta-feira (19). Já na sexta-feira (20) nenhum tipo de caminhão terá permissão para trafegar.
Leia a notícia na íntegra no site Agro Olhar

Bloqueada BR-163 em Lucas e Nova Mutum em protesto contra aumento de combustíveis

A rodovia foi bloqueada, há instantes, em Lucas do Rio Verde, na saída para Nova Mutum. Veículos, ônibus, caminhões e carretas com cargas vivas vão passar e será impedida passagem dos que transportam produtos não perecíveis, como grãos. Os manifestantes montaram uma base onde são repassadas informações e definidas novas estratégias. O bloqueio vai até às 11h sendo retomado das 13h até às 19h. Nesta 5ª feira, será no mesmo horário. Na sexta, a intenção é não liberar a passagem de carretas e caminhões, independente das cargas que levam.
A assessoria de imprensa da Rota do Oeste e também a Polícia Rodoviária Federal confirmaram que a rodovia federal, no perímetro urbano de Nova Mutum, também foi bloqueada.
Existem articulações de empresas do setor de transporte para reforçar o movimento iniciado em Lucas.
O manifesto é organizado por empresas transportadoras de produtos que estão criticando o aumento nos combustíveis e querem a desoneração do imposto de 17% para 12%. Eles também protestam contra corrupção na Petrobras que, na avaliação de alguns manifestantes, a conta "da roubalheira" está sendo paga pela população através dos aumentos nos combustíveis. A manifestação também tem o objetivo de pedir ao governo de Mato Grosso que impeça as tradings (empresas que atuam como intermediadoras nas negociações comerciais, principalmente de commodities agrícolas no Estado), de contratar o frete abaixo da tabela estipulada pela Secretaria Estadual de Fazenda. “Isto tem que ser cumprido, é uma resolução. Não estamos inventando nada. Se estas empresas têm certos incentivos fiscais, é correto que elas cumpram determinados critérios. Tem que valer a lei”, diz o empresário Gilson Baitaca, do setor de transportes, em Lucas do Rio Verde. Tradings e agenciadores que não praticarem preços da lista da secretaria correm risco de perderem os seus incentivos fiscais junto ao Estado e terem suas respectivas inscrições estaduais suspensas.
Leia a notícia na íntegra no site Só Notícias
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Caminhoneiros iniciam bloqueio da BR 163 em Lucas e Nova Mutum

Caminhoneiros e donos de transportadores iniciaram nesta manhã o bloqueio de dois trechos da BR 163 em Lucas do Rio Verde e Nova Mutum. A categoria está descontente com a atual situação vivida pelo setor de transportes, que vem acumulando dívidas causadas pela alta do óleo diesel e a redução no valor do frete. Hoje e amanhã o bloqueio terá períodos de liberação de tráfego aos caminhoneiros. A partir de sexta-feira, os caminhões ficarão parados até que os governos estadual e federal sinalizem mudanças nas políticas que regulamentam a atividade de transporte terrestre. Carros de passeio e ônibus têm livre acesso na rodovia.
O primeiro item da pauta é o preço do óleo diesel. O movimento busca junto ao governo estadual reduzir a alíquota do ICMS de 17% para 12%, além da redução da carga tributária a nível federal.
Outro item que levou à mobilização é o valor do frete. Donos de transportadoras e caminhoneiros observam que estão previstas tabelas de preços para outros segmentos, como vans, ônibus e táxis, e por isso reivindicam a criação de mecanismo para regulamentar o valor do frete, estabelecendo piso e dando poder de fiscalização e punição aos sindicatos em caso de descumprimento. Nesse sentido, os manifestantes querem que o Governo Estadual cumpra a tabela para cobrança do imposto sobre o frete, estabelecida através de portaria pela Secretaria de Fazenda.
Leia a notícia na íntegra no site do Expresso MT

Caminhoneiros bloqueiam rodovia em MT e alegam prejuízos com fretes

Greve CaminhoneirosContrários à redução do valor do frete, um grupo de caminhoneiros bloqueou, neste feriado de Quarta Feira de Cinzas (18), dois trechos da BR-163, no município de Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá, em protesto. A interdição começou às 8h30 [9h30 no horário de Brasília], de acordo com a concessionária Rota do Oeste, responsável pela administração da rodovia. Houve redução de 25% no valor do frete em relação ao ano passado, segundo o setor.
Conforme o diretor executivo da Associação dos Transportadores de Carga de Mato Grosso, Miguel Mendes, a orientação é que os caminhoneiros não aceitem fazer frete com destino à região norte do estado durante o protesto. "Queremos mostrar ao governo estadual e federal que tem uma crise instalada no setor", afirmou.
Ele informou que a categoria quer que o governo de Mato Grosso proíba fretes por parte de agenciadores de cargas e ´tradings´ [empresas exportadoras de soja], com valores abaixo da lista de preços mínimos de fretes. "O governo faz o apanhado do preço de frete feito no estado e divulga a tabela. Na hora do carregamento, a cobrança do ICMS [Imposto obre Circulação de Mercadorias e Serviços] ocorre em cima dessa pauta que ele divulga e não do valor da mercadoria. Normalmente, esses valores são bem maiores do que o que está sendo praticado", declarou.
Leia a notícia na íntegra no site da Rádio Pioneira

Caminhoneiros bloqueiam BR em MT

Contrários à redução do valor do frete, um grupo de caminhoneiros bloqueou, neste feriado de Quarta Feira de Cinzas (18), dois trechos da BR-163, no município de Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá, para protestar. A interdição começou às 8h30 [9h30 no horário de Brasília], de acordo com a concessionária Rota do Oeste, responsável pela administração da rodovia. Houve redução de 25% no valor do frete em relação ao ano passado, segundo a categoria.
Conforme o diretor executivo da Associação dos Transportadores de Carga de Mato Grosso, Miguel Mendes, a orientação é que os caminhoneiros não aceitem fazer frete com destino à região norte do estado durante o protesto. "Queremos mostrar ao governo estadual e federal que tem uma crise instalada no setor", afirmou.
Ele informou que a categoria quer que o governo de Mato Grosso proíba fretes por parte de agenciadores de cargas e 'tradings' [empresas exportadoras de soja], com valores abaixo da lista de preços mínimos de fretes. "O governo faz o apanhado do preço de frete feito no estado e divulga a tabela. Na hora do carregamento, a cobrança do ICMS [Imposto obre Circulação de Mercadorias e Serviços] ocorre em cima dessa pauta que ele divulga e não do valor da mercadoria. Normalmente, esses valores são bem maiores do que o que está sendo praticado", declarou ao G1.
Leia a notícia na íntegra no site do G1 MT
Protesto Lucas do Rio Verde (MT), BR-163Protesto Lucas do Rio Verde (MT), BR-163
Protesto Lucas do Rio Verde (MT), BR-163Protesto Lucas do Rio Verde (MT), BR-163
Protesto Lucas do Rio Verde (MT), BR-163
Protesto Lucas do Rio Verde (MT), BR-163

Caminhoneiros bloqueiam rodovia em Capitão Leônidas Marques, no Paraná

Um grupo de caminhoneiros bloqueou o trecho da BR-163 próximo à ponte sobre o Rio Iguaçu em Capitão Leônidas Marques, no oeste do Paraná, no início da manhã desta quarta-feira (18). O protesto iniciado por volta das 9h tem o reforço de professores e servidores da rede pública estadual e reclama, entre outros do aumento dos combustíveis e do alto preço do pedágio no estado.
Segundo os organizadores, a manifestação deve durar todo o dia e o trânsito será liberado por meia hora a cada três horas. Somente veículos de serviços de emergência e urgência poderão passar pelo bloqueio. A rodovia é a principal ligação do oeste do Paraná à Santa Catarina. Pela região passam por dia cerca de oito mil veículos.
Leia a notícia na íntegra no site do G1 PR

Prazo para renegociar dívidas com a Sefaz em Mato Grosso termina em março

No Só Notícias
Os contribuintes mato-grossenses em débito com o Estado têm até o dia 31 de março para formalizar o pedido de quitação da dívida com redução de até 100% sobre os juros e multas e parcelamento em até 80 vezes. O benefício foi instituído por meio do Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Pública Estadual (Refaz/Sefaz/2015).
Têm direito ao benefício os contribuintes cujas pendências foram geradas até 31 de dezembro de 2013 e que não estejam inscritos em Dívida Ativa. Os descontos são relativos a débitos com Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), Imposto Sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD), Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), dentre outros
.Para aderir ao programa o contribuinte também precisa manifestar formalmente sua desistência em relação às ações judiciais e recursos administrativos contra a Fazenda Pública. 
-- "Apesar das boas condições que o Estado está oferecendo, é importante que o produtor rural que esteja em débito procure o seu contador e analise se a quitação ou o parcelamento é viável, pois os casos são muito específicos", alerta a assessora Jurídica da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Elizete Ramos.
​Quem já possui dívidas parceladas anteriormente também poderá aderir ao parcelamento por meio do Refaz 2015.
Fonte: Cenário MT + AgroOlhar + Reuters

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Pronunciamento da excelentíssima..,

Dilma planeja pronunciamento em rede de rádio e TV; é um erro! Quem ficou muda até agora pode esperar um pouco mais

Ai, ai… Bateu o clima de barata-voa no Palácio do Planalto. Bateu o desespero. Por quê? Por causa da pesquisa Datafolha. Em dois meses, caíram de 42% para 23% os que avaliam seu governo como ótimo ou bom. E dispararam de 24% para 44% os que dizem ser ele “ruim ou péssimo”. É o pior da história. Nordestinos começam a abandonar o governo. O menor índice de “ótimo e bom” na região era 41%; agora 29%; o maior de “ruim e péssimo” era 21%; agora, 36%. Entre quem ganha até dois mínimos, o mais baixo “bom/ótimo” de Dilma era 38%; hoje, 27%; o mais alto “ruim/péssimo” era 23%; saltou para 36%. Na faixa de 2 a 5 mínimos, o descontentamento é explosivo: Dilma tem apenas 21% de “ótimo e bom” — o recorde negativo anterior era de 29%. A marca máxima do “ruim/péssimo” era 30%; pulou para 46%.
Pois bem. Diante disso, fazer o quê? Algum gênio palaciano sugeriu que a presidente faça um pronunciamento público em rede de rádio e TV depois do Carnaval. Aproveitaria para anunciar algumas medidas positivas. Também estaria organizando uma grande entrevista a um veículo de comunicação. Então tá. A emenda pode ficar pior do que o soneto. Dilma abusou da nossa paciência aparecendo duas vezes na TV para anunciar, por exemplo, o seu estupefaciente pacote energético, que quebrou o setor. Venceu as eleições com promessas que anunciavam o umbral do paraíso, e agora estamos vendo os juros e a inflação na estratosfera, o reajuste de tarifas, a recessão em curso. E fez tudo isso em silêncio, sem prestar contas.
Não parece uma boa ideia responder a uma pesquisa negativa com uma aparição tão rápida. Acho que se trata de uma reação um tanto primitiva. Ela precisa, isto sim, é pôr um pouco de ordem no governo e evitar operações desastradas como a que resultou na nomeação de Aldemir Bendine para a presidência da Petrobras. Nada contra a sua competência no setor financeiro. Até o lance quase jocoso relativo ao empréstimo a Val Marchiori serviria menos ao escarnecimento se não pairasse a suspeita de que ele foi escolhido para maquiar o balanço. É o que se comenta em todo canto. Nesse caso, a sua competência conta contra ele, não a favor.
Notem: isso até pode ser mentira. Talvez assine o balanço mais honesto da história da Petrobras. O problema é que se entrou naquela lógica severa da honestidade da mulher de César: não basta ser, tem também de parecer.  Não é só isso. Ainda voltarei ao tema: Lula solapa o que resta de credibilidade a Dilma. Ao se lançar candidato para 2018, ele transforma a presidente numa pata manca.
Em suma: Dilma deveria esperar mais um pouco. Entre outras coisas, seria prudente que se conhecesse a lista de políticos enroscados na Operação Lava Jato. Só aí se terá uma dimensão mais clara da crise. Falar agora numa rede de rádio e TV soará como um misto de desespero e cinismo. Quem ficou muda até agora pode esperar um pouco mais.
Por Reinaldo Azevedo
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/dilma-planeja-pronunciamento-em-rede-de-radio-e-tv-e-um-erro-quem-ficou-muda-ate-agora-pode-esperar-um-pouco-mais/

Devem ser curandeiros.., para eles o Sirio-Libanês, para o povo qualquer coisa serve! Que barbaridade, o que está acontecendo com nosso país? Até quando tanta podridão? É uma atras da outra. Só M.. que voa!

PF descobre grande quantidade de diplomas falsos entre os médicos cubanos

A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (18) operação contra um esquema de fraude na emissão de diplomas falsos de medicina que eram revalidados para o exercício da profissão no Brasil e participação no programa Mais Médicos.

Publicado por Marcello Nascimento - 5 meses atrás
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PF descobre grande quantidade de diplomas falsos entre os mdicos cubanos
Durante a Operação Esculápio – em referência ao deus da medicina e da cura na mitologia greco-romana, foram expedidos 41 mandados de busca e apreensão pela 7ª Vara Criminal da Justiça Federal no Mato Grosso. Os mandados estão sendo cumprindo em 14 estados – Mato Grosso, Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Roraima, Rio Grande do Sul e São Paulo.
De acordo com a PF, as investigações tiveram início depois que a Universidade Federal do Mato Grosso entrou em contato com universidades bolivianas (Universidad Nacional Ecológica, Universidad Técnico Privada Cosmos e Universidad Mayor de San Simon), que confirmaram que entre os inscritos no programa de revalidação, 41 nunca foram alunos ou não concluíram a graduação nessas instituições.
Na análise dos documentos, a Polícia Federal constatou que desses 41 inscritos, 29 foram representados por advogados ou despachantes que fizeram a inscrição dos supostos médicos no Programa Revalida. Ainda de acordo com a PF, os acusados vão ser intimados a prestar esclarecimentos e poderão ser responsabilizados pelos crimes de uso de documento falso e falsidade ideológica.
Perguntado sobre a operação, após participar do programa Bom Dia, Ministro, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse não ter conhecimento da operação, mas considerou positiva qualquer atitude para coibir fraudes. "Uma ação como essa é muito bem-vinda", frisou.
"Quando o ministério recebe a documentação do Mais Médicos, ele repassa a lista para a Polícia Federal para que ela faça algum tipo de checagem e não só da documentação, mas dos antecedentes das pessoas que procuram se inscrever. Essa checagem feita pela Polícia Federal e também uma operação como essa podem contribuir fortemente para que não exista qualquer tipo de fraude ou tentativa de inscrição no programa de profissionais que não seja médicos. Estamos sendo muito rigorosos", acrescentou o ministro.
http://m2.jusbrasil.com.br/noticias/136299202/pf-descobre-grande-quantidade-de-diplomas-falsos-entre-os-medicos-cubanos

Dilma manda conta de luz com 53% de aumento para a indústria. É a treva!

(Estadão) Dois encargos setoriais poderão elevar a conta de luz da indústria em até 53% a partir do mês que vem e provocar protestos na Justiça. Além do custo da energia, cada empresa - localizada no Sudeste - terá de arcar com mais R$ 79 por megawatt-hora (MWh) para subsidiar programas sociais, pagar despesas do setor e custear a operação das termoelétricas. Essas usinas estão funcionando ininterruptamente para poupar a pouca água que restou nos reservatórios por causa da seca no Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste . 

Representantes do setor industrial ainda tentam reverter a conta com a entrega de propostas à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Mas, por ora, esse é o custo extra que as empresas terão de pagar a partir de março - caminho oposto ao que setor reivindicava desde 2012 para devolver a competitividade à indústria. Naquele ano, vários empresários pediram à presidente Dilma Rousseff medidas para baratear a conta de luz e evitar que unidades fechassem as portas 

Com a MP 579, lançada no último trimestre de 2012, a tarifa de energia caiu, em média, 20% no País. Mas, dois anos depois, os valores já voltaram aos patamares de antes, seja por causa da seca que atinge o País ou pela forma atropelada com que o processo de renovação das concessões foi feito, deixando várias distribuidoras sem contratos para atender seus consumidores e provocando um rombo bilionário no setor.

Um baque. Hoje, segundo dados da comercializadora de energia Compass, uma empresa que consome 30 MW e tem um custo de R$ 150 o MWh passará a pagar R$ 229 - ou seja, um aumento de 53%. Ao final de um ano, a empresa terá pago a mais R$ 20,8 milhões de energia elétrica. "Para o setor industrial, que está com a margem comprimida, ter esse aumento de uma forma inesperada será um baque grande no caixa", afirma o sócio da Compass, Marcelo Parodi.

Segundo ele, muitas empresas ainda não se deram conta do aumento e podem levar um susto quando receberem a fatura em março. "Com esses valores o governo pode quebrar muitas empresas, pois vai acabar com o lucro operacional delas", afirma o diretor-presidente da Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), Carlos Faria.  "Nesse ritmo, vamos acabar com a indústria nacional e com o País. Aí vai sobrar bastante energia para ser consumida", reclama o executivo. A previsão anterior da Anace era de um aumento médio de 40% na conta de energia. Hoje esse cálculo já supera os 50%.

GREVE: Paralisação dos transportadores de grãos completa 12 dias

Greve caminhoneiros
A paralisação dos transportadores de grãos em Vilhena (RO), a 700 quilômetros de Porto Velho, completou 12 dias nesta segunda-feira (16). A categoria cruzou os braços no último dia 5 de fevereiro alegando que o valor pago por quilômetro rodado está defasado há cerca de três anos. Segundo a Cooperativa de Transporte de Rondônia (CTR), as empresas multinacionais de soja estão pagando entre R$ 3,60 e R$ 3,88 por quilômetro carregado, mas os custos de manutenção de cada veículo chegam a R$ 4,60.
O ponto de maior concentração dos caminhoneiros foi instalado na avenida Celso Mazutti, marginal da BR-364, sentido Cuiabá (MT), mas existem carretas paradas em pátios de postos de combustíveis na cidade. De acordo com a CTR, o manifesto pacífico é por tempo indeterminado.
Os caminhoneiros que aderiram à paralisação aguardam efetivar negociações do valor do frete com as empresas de grãos, para só assim retornarem ao trabalho. A cooperativa alega que a dívida dos trabalhadores será menor com os veículos parados do que rodando com o atual preço pago pelos serviços prestados.
Entramos em contato com a Amaggi e Bunge, duas das empresas de grãos em Vilhena, mas nenhum representante das companhias foi encontrado. Já a Cargil informou que falaria sobre o assunto, mas até publicação do material não retornou o contato.
A paralisação da categoria também atinge outros municípios de Rondônia, como Cacoal e Porto Velho.
Fonte: G1

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Pronatec

Devendo mais de R$ 1 bilhão ao Sistema S, o Pronatec está praticamente parado.

Há quatro meses, as instituições do Sistema S não veem a cor do dinheiro do Pronatec. Um rombo que já ultrapassa R$ 1 bilhão. Responsáveis por mais de 80% das matrículas do programa, o Senai, Senac, Senar, Sescoop e SENAT estão desativando estruturas e não abrindo novas turmas. Não há dinheiro para sustentar a bandeira eleitoreira de Dilma que, neste momento, estuda até mesmo em interromper o programa por tempo indeterminado.

Barbosa contra-ataca petistas: 'Sou um cidadão livre'

Presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa durante sessão para julgar os recursos dos 13 réus que não tem direito aos embargos infringentes no processo do mensalão, nesta quinta-feira (14)

O ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa: ministro da Justiça deveria ser demitido (Fellipe Sampaio/SCO/STF /VEJA)


O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal e ex-relator do mensalão, Joaquim Barbosa, reagiu nesta terça-feira à fúria da tropa virtual do PT, que passou a bombardeá-lo nas redes sociais. Na noite de sábado, Barbosa pediu a demissão do ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) por ter mantido encontros sigilosos com os advogados dos executivos presos na Operação Lava Jato da Polícia Federal. Reportagem de VEJA desta semana mostra as conversas impróprias do ministro. Não por acaso, os advogados gostaram do que ouviram de Cardozo. Dirigentes do PT também atacaram Barbosa, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Hoje, o ex-presidente do Supremo escreveu em sua conta no Twitter: "Sobre as reações aos meus posts recentes sobre confusão entre política e Justiça: meus críticos fingem não saber que hoje sou um cidadão livre". A exemplo do que fizera em 2013, durante o julgamento do mensalão, ele voltou a usar a expressão "plumes à gages" – numa tradução aproximada em francês, refere-se a críticos que se manifestam a serviço de alguém. "Às 'plumes-à-gages' furiosas com meus comentários: experimentem ser livres! Sei que isso seria extremamente penoso e 'custoso' para vocês'", disse.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Justiça hipoteca sede da Petrobras para evitar calote bilionário da estatal


Decisão tomada nesta quinta-feira visa a indenizar em quase R$ 1 bilhão a Refinaria Manguinhos, que processa a estatal em virtude prejuízos com a política de controle de preços da gasolina

FILIPE COUTINHO
13/02/2015 15h49 - Atualizado em 13/02/2015 20h55
Está na hora de convocar um padre para benzer – ou exorcizar – a Petrobras. É uma bruxaria atrás da outra. Não bastasse o impacto da operação Lava Jato nas finanças da empresa, entre outros tantos problemas que vêm a público dia sim, outro também, a Petrobras teve sua sede hipotecada pela Justiça do Rio de Janeiro, em decisão tomada nesta quinta-feira (12). A hipoteca serve como forma de garantir o pagamento de uma dívida de R$ 935 milhões, causada por “conduta predatória” da estatal. Os oito mil funcionários da empresa, que estão sem norte, podem ficar sem teto. A estatal, naturalmente, pode e ainda vai recorrer da decisão.

O edifício hipotecado é a tradicional sede da estatal, localizada na Avenida Chile, no centro do Rio. Chamado de Edise, uma abreviação de Edifício Sede, o prédio inaugurado em 1974 foi construído por uma antiga parceira da Petrobras, a Odebrecht – agora investigada na Lava Jato. A sede que conta com 26 andares e jardins suspensos.
A derrota judicial é mais um capítulo da disputa que a Petrobras trava com a Refinaria Manguinhos, localizada no Rio de Janeiro. A refinaria cobra da Petrobras danos materiais pela política de preços da estatal.

A crise enfrentada pela Petrobras foi um dos argumentos utilizados pela juíza Kátia Torres, da 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro, para determinar a hipoteca da sede da estatal. Na prática, a hipoteca significa que, em caso de calote, a sede poderia ser usada para o pagamento. “Além do julgado envolver expressiva condenação de valor líquido, os problemas financeiros enfrentados pela ré são públicos e notórios, impondo-se a adoção da medida constritiva com vistas à efetividade do processo”, diz a decisão da juíza.
>> Leia mais notícias sobre a Petrobras

A hipoteca judiciária é um desdobramento de outra decisão judicial, também da 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro, tomada em novembro do ano passado. Na decisão inicial, a juíza Simone Chevrand determinou o pagamento de R$ 935 milhões à Refinaria Manguinhos, por danos materiais. “Além de ser fato notório que há controle de inflação pelo governo federal através da política de preços de combustíveis, tal grande ingerência à qual o réu está submetido é admitida pelo mesmo em sua contestação e o leva a praticar, sim, preços que inviabilizam a concorrência”, escreveu a juíza.

De acordo com a sentença, ficou comprovado o dano causado pela Petrobras. “É bem verdade que não cabe ao Judiciário, no âmbito do processo judicial, realizar discurso político partidário. O que lhe cabe é constatar que se o réu – movido por injunções políticas governamentais -, em sua atividade empresarial ocasiona danos a terceiros, deve indenizá-los. E por isto se adiantou que a solução da questão passa, na realidade, por aplicação de regra elementar de responsabilidade civil. Como demonstrado, a conduta predatória ocorreu e o dano restou comprovado”.

Em nota, a Petrobras afirmou que irá recorrer à decisão e que "a hipoteca noticiada representa garantia de condenação que ainda não é definitiva". Leia a íntegra do comunicado abaixo:
"A Petrobras esclarece que trata-se de decisão de primeiro grau, sujeita a recurso ao tribunal local e aos tribunais superiores. A Petrobras, tão logo intimada, vai recorrer. Portanto, não se pode falar em 'dívida', muito menos na possibilidade de 'calote', termo pejorativo utilizado na matéria.
A hipoteca noticiada representa garantia de condenação que ainda não é definitiva e, portanto, inadmite execução. A companhia também avalia os reflexos do prematuro ônus imposto pelo juízo de primeira instância para adoção das medidas judiciais cabíveis".